Novo Ministro da Saúde.
Em meio a pandemia o Brasil precisou trocar de Minsitro da Saúde por questões políticas que incluem a pressão da imprensa, que vinha a muitos dias detonando a relação entre Mandetta e Bolsonaro, fazendo intrigas e especulando sobre sua saída que foi inevitável. Ele foi muito bem neste momento, levou o trabalho a sério e com certeza o novo ministro dará continuidade ao que vinha sendo feito, com a chegada de mais testes o Ministério terá como avaliar melhor a propagação do coronavírus e os tratamentos mais eficazes.
Bola pra frente, desejamos ao novo Ministro um bom trabalho e que aprenda com essa crise toda a não cair em armadilhas da imprensa sendo mais reservado e cauteloso nas palavras. Um abraço fraterno entre a equipe que saiu demonstra que estavam apaixonados pela causa e que continuarão auxiliando na medida do possível.
Aos poucos algumas lojas estão reabrindo e cidades em que o contágio é pequeno retomam a normalidade com os devidos cuidados de higiene. As lojas poderiam adotar critérios como os bancos fizeram, por exemplo as duas primeiras horas do dia serem dedicadas ao atendiemtno dos idosos, solicitar que a população nas filas observe o distanciamento, oferecer álcool gel e máscaras para os clientes. Que podem evitar ir ao mesmo tempo, como saber? Talvez tendo um informativo on line, sobre o fluxo de clientes. Ter músicas animadas para manter a alegria, ou para retomar a alegria, já que muitos lugares estão tristes e cabisbaixos.
A imprensa podia fazer uma reflexão sobre o tipo de cobertura que vem fazendo e a população não dar Ibope para quem tenta aprofundar a crise.
Quanto a OMS? Sim, errou, feio, em não detectar a gravidade da crise e talvez seja hora de lá ter uma mudança de comando, pois o órgão precisa da participação dos EUA.
O cenário Mundial mudou drasticamente com a pandemia causada pelo coronavirus, o centro dos problemas migrou da crise no Oriente Médio para essa paralização global da economia e o imenso número de vítimas fatais, é preciso sim investigar detalhadamente o 'caminho do vírus' e todas as dificuldades que a comunidade médica mundial encontrou em detectar, prevenir, tratar os doentes e encontrar algumas falhas graves que aconteceram na proteção dos trabalahdores em saúde, assim como com os internos nas UTIs e hospitais. Será fundamental entender o que aconteceu, com a ajuda de todos os países incluíndo a China, para que novas epidemias não aocnteçam com essa gravidade.
No retorno ao comércio é preciso mudar algumas coisas como aproveitar essa movimentação toda e fechar as portas para o contrabando, porque talvez o vírus tenha se espalhado tão rápido pelo comércio ilegal, que existe em todo o mundo, sem fiscalziação da origem e qualidade dos produtos, com preço baixo e talvez más condições de armazenamento e transporte. Não sou contra os produtos chineses, sim contra os produtos ruins, falsificados, que entram facilmente nas fronteiras e lotam o comércio popular, temos que chegar a um bom termo que seria ter a disposição mercadorias mais baratas porém pagando os devidos impostos e tendo controle de qualidade, de higiene, para isso os paíse produtores dessas mercadorias toda deveriam participar do controle.
Quanto aos hospitais, clínicas, postos de saúde precisam descobrir o que levou ao início da contaminação em suas unidades e quantos profissioanis foram infectados pelo vírus para mapear a epidemia e entender onde foram as falhas, se falta de EPIs, ou má qualidade de alguns lotes, falta de cuidados entre os agentes sanitários, pois se água e sabonete matam o vírus não haveria tanta contaminação caso tudo estivesse sendo bem feito, será que houve um relaxamento nas medidas de proteção e higiene?
No Brasil uma troca de comando vai sim modificar algumas coisas, a 'fofoca' e a intriga entre autoridades vai continuar ao povo cabe não dar atenção aos "novelões paralelos"e tocar a vida, é grave a crise mas está aos poucos sendo dominada, posso estar enganda, todo mundo pode.
Não sou autoridade, nem jornalista, posso escrever o que me vem a mente livremente, essa é a tão importante liberdade de expressão que devemos defender, liberdade com responsabildiade.
A imprensa e o governo Bolsonaro vão brigar até o último minuto, então perdeu a graça, e o futebol, vai voltar? Como os times estão enfrentando essa fase, a CBF vai enxugar o campeonato modificando sua fórmula para este ano de crise?
Fernanda Blaya Figueiró
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