Parei de escrever

Parei de escrever.
Faz alguns dias que não tenho escrito nada... Isto é muito libertador. A escrita, a minha pelo menos, é um organismo vivo, como todo empreendimento humano tem, início, meio e fim. Eu diria que já fui uma escritor, boa ou não pouco importa, mas por um bom tempo escrevi livremente, de forma experimental e pouco didática.
O silêncio em épocas de insegurança política e jurídica como a que vivemos é a resposta mais sábia.
A política no Brasil desceu ao último degrau com a esquerda e sua monumental incompetência, dizem que proposital, não sei bem, mas uma hora essa desgraça termina. Eu não pretendo voltar a escrever, esse post é só um exercício.
Hoje o dia está quieto, os espaços públicos parecem mais vazios, muitas atividades estão se tornando ultrapassadas e o trabalho vai acabar mudando, escrever já é um trabalho para IA, pensar talvez ainda não seja. É a vida, sempre se reinventando... Eu me reinvento, agora sou só um olhar atento.
Foi muito bom participar do mundo da escrita e melhor ainda desembarcar dessa aventura.
Beijos,
Fernanda Blaya Figueiró 


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