Quantos porcento das habitações no Brasil são ilegais?
Há alguns anos escrevi um texto sobre a influência da informalidade na economia do Brasil, não reli, mas todo mundo sabe que este é um nó da nossa civilização e de todo o Mundo, basta ver que os produtos fabricados em países 'comunistas' ou 'socialistas' que exploram a mão de obra barata, fornecem a matéria prima pra o comércio ilegal e com ele fomentam o poder paralelo. Inúmeras novelas e filmes, músicas enaltecem e glorificam a figura do 'malandro', da malandragem, ou seja o Brasil convive e aceita a malandragem, o poder das milícias, o fortalecimento do tráfico de drogas, as armas ilegais nas mãos de quem controla as comunidades. E isso não acontece só no Brasil, basta ver a mitologia e veneração em torno de Pablo Escobar. Muita gente no Brasil vive em área de riscos, compra ilegalmente terrenos pois não tem como pagar o imóvel legal, o quente, que paga impostos e sustenta as cidades. Nos bairros 'certinhos' a fiscalização é exigente, nos irregulares negligente, onde as pessoas vão morar? Para isso foi criado o 'minha casa minha vida', mas que acabou não sendo eficiênte. Morar em cidades grandes como o Rio de Janeiro é caro , é preciso encontrar saídas para a moradia popular em que a comunidade e o poder público trabalhem juntos, muitas das habitações das favelas deveriam ser demolidas e em seus lugares a cidade deveria abrir ruas, fazer rede de coleta de esgoto, de lixo, mas como fazer isso? Enquanto a cidade não mudar as tragédias vão continuar acontecendo, e mesmo que tudo esteja certo pode ainda haver o imponderável pois estamos num planeta vivo que muda, muda a maré,os ventos, as chuvas, parte pela reação a ação humana, parte pela evolução do planeta, seu envelhecimento. Cidades que morrem são comuns ao longo da história, então é hora de mudar para sobreviver.
Eu sei que muita gente desmerece a minha escrita, que tem ódio pelo apoio que dei a mudança de rumo, que tirou o Lulopetismo do poder, mas eu também sei qual o meu papel nessa paisagem da rede, eu levanto a bola e outros fazem os pontos. Isso é parte da atualidade, minha escrita vive nas sombras, mas alimenta uma cadeia de coisas e se alimenta dela. Não é boitinha, ou 'bem escrita' é escrita para poucos e chega onde deve, não tem o objetivo de ser 'verdade' ou 'polida', e´o que é. Não gosta não leia.
Fernanda Blaya Figueiró
Há alguns anos escrevi um texto sobre a influência da informalidade na economia do Brasil, não reli, mas todo mundo sabe que este é um nó da nossa civilização e de todo o Mundo, basta ver que os produtos fabricados em países 'comunistas' ou 'socialistas' que exploram a mão de obra barata, fornecem a matéria prima pra o comércio ilegal e com ele fomentam o poder paralelo. Inúmeras novelas e filmes, músicas enaltecem e glorificam a figura do 'malandro', da malandragem, ou seja o Brasil convive e aceita a malandragem, o poder das milícias, o fortalecimento do tráfico de drogas, as armas ilegais nas mãos de quem controla as comunidades. E isso não acontece só no Brasil, basta ver a mitologia e veneração em torno de Pablo Escobar. Muita gente no Brasil vive em área de riscos, compra ilegalmente terrenos pois não tem como pagar o imóvel legal, o quente, que paga impostos e sustenta as cidades. Nos bairros 'certinhos' a fiscalização é exigente, nos irregulares negligente, onde as pessoas vão morar? Para isso foi criado o 'minha casa minha vida', mas que acabou não sendo eficiênte. Morar em cidades grandes como o Rio de Janeiro é caro , é preciso encontrar saídas para a moradia popular em que a comunidade e o poder público trabalhem juntos, muitas das habitações das favelas deveriam ser demolidas e em seus lugares a cidade deveria abrir ruas, fazer rede de coleta de esgoto, de lixo, mas como fazer isso? Enquanto a cidade não mudar as tragédias vão continuar acontecendo, e mesmo que tudo esteja certo pode ainda haver o imponderável pois estamos num planeta vivo que muda, muda a maré,os ventos, as chuvas, parte pela reação a ação humana, parte pela evolução do planeta, seu envelhecimento. Cidades que morrem são comuns ao longo da história, então é hora de mudar para sobreviver.
Eu sei que muita gente desmerece a minha escrita, que tem ódio pelo apoio que dei a mudança de rumo, que tirou o Lulopetismo do poder, mas eu também sei qual o meu papel nessa paisagem da rede, eu levanto a bola e outros fazem os pontos. Isso é parte da atualidade, minha escrita vive nas sombras, mas alimenta uma cadeia de coisas e se alimenta dela. Não é boitinha, ou 'bem escrita' é escrita para poucos e chega onde deve, não tem o objetivo de ser 'verdade' ou 'polida', e´o que é. Não gosta não leia.
Fernanda Blaya Figueiró
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