Protagonistas e co adjuvantes.
Não existe diferença entre quem é protagonista e quem é co
adjuvante na vida , somos todos o centro da nossa própria história. Bolsonaro é
protagonista na atualidade do nosso país porque surgiu um desejo forte de mudança,
ele aproveitou a oportunidade, entendeu que o anseio popular era por mudanças, como
está a “realidade” não pode continuar. Mais de cinqüenta por cento da população
brasileira se tornou co adjuvante de sua história pessoal, a outra metade está
sofrendo e acredita que seu líder, o tenebroso Lula, foi injustiçado, pego por
um ‘café pequeno’, como se seus atos se comparassem aos de um ladrão que rouba
o pão para alimentar os filhos. Isso não é verdade, ele participou e coordenou
o maior ataque as contas públicas de um país na atualidade, o Brasil foi, nesse
período, saqueado. Lula está preso por seus atos. A campanha política acabou,
mas continua a raiva e revolta da “esquerda” que queria continuar no poder e se
faz de vítima, não é e esperamos que não “tome em armas” pois isso leva sim a
repressão. A “direita’ está inebriada pela vitória, é preciso manter a calma. A questão
principal da atualidade no Brasil e talvez no mundo é o elevado índice de violência urbana fomentado pelo contrabando,
as drogas, a corrupção, a prostituição infantil e o mercado de seres humanos,
muitas vezes disfarçado de migração, mas uma parcela da população mundial está
nas mãos de “coiotes”, na América, ou de
“Mafiosos” na África e na Europa, existem “máfias” ou facções criminosas explorando uma parcela
da humanidade em todas as partes do mundo.
O “dinheiro sujo” e o “a cadeia produtiva da morte: drogas,
armas, contrabando ”precisam ser combatidos com um esforço global. Um
presidente de um país pobre ( por mais dinheiro ou capital público que tenha um
país, se permite a degradação que
aconteceu aqui é pobre), não conseguirá sozinho o protagonismo necessário para
combater facções, milícias e máfias. Se os principais líderes mundiais não
fizerem a sua parte para a construção de um mundo melhor dificilmente os países
mais pobres conseguirão resolver seus problemas. Guerra fiscal, piadinhas nas
redes sociais, desespero por lucros e mais lucros estão inviabilizando o
sistema são “o germe da autodestruição”, todo ser vivo ou ideia um dia morre,
tudo tem obsolescência programada já no nascimento. Então vai “se sair melhor”
quem conseguir entender o novo, como estão as novas relações, onde está se
formando a fortuna, o que está acontecendo com os antigos meios de subsistência,
onde fica a miséria? Sim, as bibliotecas morreram, muitas delas, os seres
introspectivos estão sendo cassados um a um, são transformados em consumidores
do que todo mundo vende, não há mais lugar para seres fora do padrão e bibliotecas
eram seu habitat natural, mas como tudo esses seres vão se adaptar.
Por quais processos de adaptação o ser humano está passando?
O processo digital talvez seja o mais concreto e profundo, entender o mundo
real e virtual, a velha Caverna de Platão, ou o interminável tapete de
Penélope, é o atual maior dilema, a grande questão. Quem somos, de onde viemos,
o que estamos fazendo, onde isso nos leva? Somos a continuação de quem veio
antes de nós, estamos nos adaptando ao mundo como ele é hoje, o presente nos
leva ao futuro com todos os erros e acertos do passado. Tudo o que estamos
vivendo já foi vivido, os conflitos que existem hoje são os mesmos de antes, todos
somos bons e maus, uns são mais emotivos, outros mais alegres, uns guerreiros,
outros pastores, não há um ser humano perfeito e ao mesmo tempo todos somos perfeitos.
Tem horas que somos protagonistas, hora co adjuvantes, na
minha tribo não sou ninguém, e na sua quem é você?
Este é um texto que fala com vários interlocutores não é
dirigido a um ou outro leitor é um bloco de palavras,só. Tem relação com o poema “ O Cactos e o Espinho”,como pode um continho tão insignificante ser lido por mais de um leitor,
não entendo.
Fernanda Blaya Figueiró
http://fernandablaya.blogspot.com/2011/02/poema-o-cactos-e-o-espinho.html
http://fernandablaya.blogspot.com/2011/02/poema-o-cactos-e-o-espinho.html
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