Falta de vergonha na cara: o dinheiro sujo do PT.


Falta de vergonha na cara: o dinheiro sujo do PT.
Ao que tudo indica a polícia marcou um golaço, ao impedir que um ‘príncipe’ trouxesse ilegalmente para o Brasil dinheiro e jóias de origem duvidosa, dizem que seria usados na campanha do PT, que é ainda um  partido ou virou definitivamente uma  organização criminosa? Porque esse partido não é punido? Eles, além de tentar burlar a lei usando o nome do seu dono Lula Jararaca, ainda estariam usando dinheiro roubando nos anos do “Lulopetismo”? Vamos depois gastar fortunas em investigações, julgamentos para provar o que tudo mundo esta vendo: o uso de caixa 2, de dinheiro de propina e corrupção  na tentativa do PT de voltar ao poder para fomentar violentas ditaduras na África e em outros lugares. Sabem aqueles navios cheios de seres humanos desesperados, ou  fugindo em barcarolas, as legiões de migrantes venezuelanos fugindo da fome, os cubanos desesperados saindo do inferno que se tornou Cuba? Pois parte da miséria e desespero de toda essas pessoas e povos foi fomentada com dinheiro dos bancos públicos e empresas brasileiras aparelhadas pelos governos Lula e Dilma, com o apoio das esquerdas pelo mundo, ou vem de mais longe, desde que o Brasil se tornou “democrático”.
Parabéns para as autoridades que retiraram estes valores de circulação, agora é preciso saber se seria mesmo usada na campanha e como, quem seria beneficiado pois estes seres maléficos tem que ser impedidos de concorrer. E não venham falar que a apreensão tem “conotação política”, que prejudica este ou aquele,  a investigação é fundamental para livrar o Brasil da corrupção e impedir que novos esquemas de saque as verbas públicas aconteçam, seria usada essa verba diretamente na campanha ou na tentativa de fuga do Poderoso Jararacão?
Quanto aos outros países ajudem a investigar isso, pois esse episódio mostra como o dinheiro sujo das máfias circula no mundo, como a miséria é usada para desestabilizar os outros países e escravizar populações inteiras, entregando ao despotismo.
Fernanda Blaya Figueiró

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