As entranhas do poder.


As entranhas do poder.
O Brasil se prepara para mais uma longa semana, chega ao fim o feriadão de dia da Pátria, a realidade bate a nossa porta, conhecemos as entranhas do candidato a presidente Bolsonaro, que por sorte teve um atentado bem mais amador do que o realizado contra Eduardo Campos. As pessoas estão cansadas das promessas de políticos corruptos que só usam o cargo para enriquecer, o governo Temer não conseguiu fazer as reformas que pretendia principalmente a da previdência, que se tornou um buraco negro sugando a energia da sociedade. Passada a notícia do atentado, agora é focar nos projetos de governo, eu não quero mais Mensalão, Petrolão, Estatização, loteamento de cargos públicos, interferência do Estado no Mercado, não quero ouvir falar em coitadismo, na chorumela Lulopetista, chega de usar o povo contra ele, chega de ódio a Classe Média ou a qualquer classe, assim como discurso de ódio contra homossexuais, mulheres ou étnico. Espero que a facada humanize Bolsonaro, ele não “merecia” ser agredido. Se era sangue que a oposição queria, não conseguiram expor, pois ficou entranhado, um episódio lamentável que não pode ser usado politicamente nem por ele, muito menos por seus opositores. O bandido que usou a faca terá que se entender com a polícia, a Justiça, então sua suposta opinião não deve influenciar, seja  louco ou terrorista, não tinha o direito de usar uma arma para impor a sua vontade.
Eu quero um governo mais liberal, acho que o socialismo populista foi péssimo para o Brasil, gerou mais abismo econômico do que nunca e só foi bom para os cabos eleitorais do PT, PMDB e PP, além de todos os políticos que levaram a vida boa, muito louca, dançando com um guardanapo na cabeça nos melhores restaurantes do Mundo, se encheram de jóias, carros luxuosos, sítios, apartamentos, fazendas, contas gordas no exterior. A farra com o dinheiro público tem que acabar e essa mania dos políticos e intelectuais de colocarem a culpa de tudo numa classe ou na outra.  
O Brasil é um grande país, tem que ser um bom lugar para viver para todos nós, queremos segurança, prosperidade, educação, saúde, previdência saudáveis e de boa qualidade. As “classes sociais” tem que se ajudarem, gerando renda e emprego, movimentando a economia e deixando os corruptos pagando suas penas por terem usado dinheiro que não era seu. Os empregadores tem que perceber que precisam dar boas condições de trabalho para seus colaboradores,pagar devidamente os impostos, que devem retornar a sociedade, os governos precisam perceber que se forem corruptos serão pegos e presos, precisam administrar as verbas públicas com lisura, eficiência e em prol da coletividade, as religiões precisam voltar a espiritualidade e não se envolverem na política, pois se tornam nefastas ao se colocarem como César, elas deixam de ser de Deus. Façam seu trabalho espiritual e social dentro de seus templos, na política participem como cidadãos não como pregadores. A educação seja fonte de conhecimento não de doutrinação político partidária, o professor em sala de aula seja neutro, na comunidade aja como cidadão, não como cabo eleitoral de uma ou outra ideologia, isso e ruim, faz mal, usar a sua convicção pessoal para formar ‘eleitores bitolados’.
Quem vai vencer a eleição? Não sei. Os poderosos países ricos querem manter a América Latina miserável, pois seu suposto crescimento depende da miséria das outras nações, mas só quem pode mudar isso é o povo latino americano, fugindo da ideologia ultrapassada tanto da ‘esquerda’, quanto da ‘direita’. Precisamos vencer o colonialismo, é aqui que a vida tem que ser boa, no Brasil  precisamos reencontrar a prosperidade e a força motriz das nossas vidas. Somos brasileiros, com muito orgulho.
Pouco importa o resultado final se a Constituição Federal for respeitada, se as instituições fizerem a sua parte, a energia vai voltar a fluir e cada um tem que pensar no que pode fazer para modificar a sua realidade e a da coletividade.Se seu trabalho antigo deixou de existir reinvente-se o quanto antes. Os políticos deixem que amadureçam e criem juízo. 

Fernanda Blaya Figueiró

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