Agora a pouco falando com minha mãe, Vera Blaya Figueiró, sobre minhas últimas aventuras literárias, ela me perguntou se alguém contestava minha escrita? Eu respondi que não, que crio tudo, e é verdade, crio as temáticas, os debates, os personagens num monólogo. São meus Moinhos, meu Sancho Pança e meu Don quixote, tudo vive no meu imaginário, mas dialogo com textos, com escritores, músicos, artistas plásticos, com a vida e a morte.
Achei bom elucidar, escrevo por escrever, no presente, falando com o passado e imaginando um futuro leitor. Beijos
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