Armadilha para gordos.

Armadilha para gordos.
Temer viajou e Rodrigo Maia assinou um "decreto" liberando a venda de "drogas inibidoras do apetite", que feio. Estes remédios são uma armadilha na drogadição de pessoas normais, a paranoia criada pela indústria da magreza, medicina e a imprensa está "aterrorizando" com notícias quase que diárias do quanto a "gordura" é um mal social, do quanto o governo gasta com cirurgia bariátricas( resta saber quantas realmente são necessárias ou são só um mercado para engordar a conta de hospitais, onerar o SUS ou os planos de saúde). Agora está explicado a indústria farmacêutica está por trás do atual ataque a uma parcela enorme da população, nós gordos, que parcialmente vai se envenenar usando esses medicamentos caros que só criam doenças psiquiátricas como a bulimia, a anorexia, ou físicas como o diabetes(pois desequilibram de uma hora para outra o peso), anemia crônica, hiper tensão e outras doenças ditas da gordura, que magros também desenvolvem.
Esse decreto é um alarme. Rodrigo Maia, que é gordinho, deveria rever isso, se não foi induzido em erro.
Se você é gordinho, obeso ou tem um filho ou alguém de quem goste não permita que entre na ciranda da drogadição, ser gordo não é crime, nem é feio, anormal, ou patológico. Mas entrar na ciranda da opressão da magreza é muito perigoso, eu posso falar fiz dieta aos quatorze anos, depois aos vinte e pouco comia como almoço uma laranja, tomava suco de limão, vinagre e outras "receitinhas" ou seja fazia parte dessa histeria, em troca anos de depressão, ansiedade, menos valia, mau hálito, anemia crônica, acidez estomacal até que aceitei meus quilinhos a mais que vieram porque tive que usar vitaminas, perdia cabelos, tinha unhas fracas e cansaço crônico, falta de energia. . Nutrição não é brincadeira e nós gordos temos o direito de ter o peso que quisermos, sem pressão. Isso tudo é um grande e macabro negócio. Até Padre Marcelo caiu nessa armadilha, provando que não são só as mulheres alvo desse padrão estreito de beleza. Ainda há a dúvida: a Indústria está comprando decretos?
Fernanda Blaya Figueiró

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