Queda no PIB- Efeito Copa do Mundo?
Um dos argumentos das passeatas do ano passado e da ideologia anti-copa era de que o Brasil sofreria uma queda de desenvolvimento e crescimento econômico. Os “urubuzinhos” de plantão devem estar felizes com a possibilidade de queda do PIB. A Copa aconteceu, foi um sucesso e o país piorou. Mas para nossa tranquilidade não foi só o Brasil, foi grande parte do mundo. O processo eleitoral também está nesse “pacote”. Quem cria as crises? Essa é uma boa pergunta, parece que a economia mundial vive de criar crises e obrigar os países a buscarem um dinheiro caro e ficarem reféns da autoridade externa. Queremos mudanças, precisamos reformas urgentes tributárias, políticas, administrativas... Mas de preferência sem ter que recorrer a fundos externos. Como o país pode se tornar atrativo para investidores? Como gerar crescimento e desenvolvimento econômico de forma sustentável e sem por em risco o meio ambiente, incluíndo a biodiversidade, sendo o ser humano parte dela? E o mais importante: sem endividar o país. Gastar ou investir no país só é problema se não houver geração de renda, se o país gastar e ao mesmo tempo fortalecer a economia, aumentando a competividade, todos os sonhos podem ser realizados.
Fernanda Blaya Figueiró
Nota PS
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Os inúmeros protestos,
greves e feriados que aconteceram ao longo do ano podem ter afetado a
economia brasileira, que levará um tempo para se recuperar. Isso
prova que não há uma geração espontânea de dinheiro, como o
governo quer fazer o povo acreditar, não é possível manter a
distribuição de renda e os investimentos que o país precisa sem o
Trabalho. As pessoas querem melhorar a renda e ao mesmo tempo acabam
estagnando a economia. Trem parado não fatura. A mobilidade urbana
existe para movimentar a cadeia produtiva e de consumo. O Brasil
precisa de mais horas de trabalho contínuo para voltar a crescer. Já
abordei isso, da minha forma leiga, a verba pública só existe se a
iniciativa privada estiver bem. Prometer distribuição de renda sem
aumento da produção é falar em recessão, em empobrecimento do
país. Incentivar greves, protestos, paralisações é incentivar a
diminuição do comércio, da indústria do PIB: ou seja em crise
financeira, em quebradeira, em endividamento, em desemprego.
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Fernanda Blaya Figueiró
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