Liberando a imaginação

Liberando a imaginação

Queridos leitores

Estou “dando um tempo” para minha imaginação retornar. Escrevi muito sobre muitas coisas diferentes e isso leva a uma escrita meio feia. Teria vários assuntos para tratar, mas opto por esperar um pouco, aqui está muito frio e o dia tem um sol maravilhoso. Quero tentar abandonar temporariamente a escrita dessas coisas cotidianas. Em Porto Alegre houve uma licitação para empresas de ônibus que consumiu muita energia, muito esforço e não deu em nada. Terá que iniciar todo o processo novamente pois nenhuma empresa apresentou proposta para continuar com as concessões ou substituir as que já operam. Uma jogada para ganhar tempo e forçar mudanças no edital. Imagino que o certo seria que as empresas que se cadastraram para participar desta vez sejam impedidas de se candidatar novamente, isso iria mudar essa tática da enrolação. Vamos esperar passar a Copa e as Eleições para ver como vai ficar. A alta dos juros trouxe uma ótima coisa o retorno do desconto na compra a vista, logo um consumo mais moderado no entanto mais sólido. Quem compra a vista paga na hora e não se endivida. Já o consumidor que estava endividado e que precisa limpar o nome terá que negociar para voltar a poder comprar. Por um viés meio torto a coisa pode melhorar, só o risco fica de um maior desemprego ou uma dança das cadeiras, com funcionários mais qualificados de uma empresa indo para outra com um patamar mais baixo de salário. Vou tentar pensar em outras coisas por um tempo para abrir espaço para a poesia.


Fernanda Blaya Figueiró 

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