Como combater os Black
bloc?
Li cada coisa absurda sobre a cerimônia de abertura da Copa, o que
está havendo? Parece que a imprensa chupou limão azedo. Chamaram as
Araucárias de Brócolis Gigantes, criticaram os cantores, a falta
do Fuleco, de discurso. Achei muita má vontade. O Pênalti sim foi
errado, mas quem não erra, não é mesmo. Um espetáculo a luz do
dia nunca terá o mesmo impacto do que a noite, ainda mais na
imensidão de um campo de futebol. Havia todo o nervosismo provocado
pelos “manifestantes políticos” e uma ansiedade para que tudo
acontecesse bem. Relaxem e aproveitem o dia. A abertura foi linda,
diversificada, não estragou o campo, o que é mais importante do que
tudo, não foi uma apresentação só de samba. O Fuleco foi atacado
em protestos e talvez por isso tenha sido “deixado de lado”.
Agora que começou a gurizada quer ter um. Deixem esta geração ser
feliz! Hoje vou atrás de um Fuleco para um garoto
que mora no interior do interior do Brasil. O que atrapalhou todo
este processo da copa foi a política partidária e uma dificuldade
de entender que democracia não é sinônimo de anarquia. Em qualquer
lugar do Mundo a polícia joga bombas em manifestações que tem um
histórico de violência, de manifestantes contratados para depredar.
São anti-capitalismo e influenciados por grupos Europeus, o Brasil
está conseguindo conter essa onda, pergunto a vocês, como
erradicaram em seus países os Black
bloc, foi
com amenidade ou com repressão?
Esse movimento veio de fora para dentro do país e encontrou aqui
aliados nos antigos movimentos sindicais e trabalhistas, basta ver a
quantidade de sindicatos instigando greves. É um cenário mundial e
muito complexo,ao atacarem os símbolos da copa, os patrocinadores,
a imprensa, os bancos, vitrines de lojas, atacam símbolos do
Capitalismo. O que querem estabelecer a anarquia
e tem apoio de parte dos intelectuais brasileiros ligados a extrema
esquerda. O capitalismo precisa de ajustes? Sim. Mas não a base da
pancadaria, nem por parte da polícia , nem por parte dos Black
bloc. Esta é a minha opinião pessoal sobre a natureza das manifestações e protestos
Fernanda Blaya Figueiró
Black
bloc (do
inglês black,
preto; bloc,
agrupamento de pessoas para uma ação conjunta ou propósito comum,
diferentemente de block:
bloco sólido de matéria inerte) é o nome dado a uma tática de ação
direta,
de corte anarquista,
empreendida por grupos
de afinidade1 2 que
se reúnem, mascarados e vestidos de preto, para protestar em
manifestações de rua, utilizando-se da propaganda
pela ação para
desafiar o establishment e
as forças
da ordem. Black
basicamente uma estrutura efêmera, informal, não hierárquica e
descentralizada. Unidos, seus integrantes pretendem adquirir força
suficiente para confrontar as forças da ordem.
A
tática surgiu na Alemanha, nos anos
1980,
como tática utilizada por autonomistas e anarquistas para
a defender os squats (ocupações)
contra a ação da polícia e os ataques de
grupos neonazistas.3 Posteriormente
suas atividades ganharam atenção da mídia fora da Europa, durante
as manifestações contra o encontro
da OMC em Seattle,
em 1999,4 quando
grupos mascarados destruíram fachadas de lojas e escritórios
do McDonald's,
da Starbucks,
da Fidelity
Investments e
outras instalações de grandes empresas.
À
diferença do modus
operandi de
outros grupos anticapitalistas,
os integrantes do black
bloc realizam ataques
diretos à propriedade
privada,
como forma de chamar a atenção para sua oposição ao que
consideram símbolos do capitalismo -
as corporações multinacionais e
os governos que
as apoiam. Um exemplo desse tipo de ação foi a destruição das
fachadas de lojas e escritórios do McDonald's,
daStarbucks,
da Fidelity
Investments e
outras instalações de grandes empresas no centro de Seattle,
em 1999,
durante as manifestações contra a conferência de ministros de
países integrantes da Organização
Mundial do Comércio (OMC).4
As
roupas e máscaras pretas - que dão nome à tática e, por extensão,
também aos grupos que dela se utilizam - tanto visam proteger a
integridade física dos indivíduos quanto garantir seu anonimato,
caracterizando-os, em conjunto, apenas como um único e imenso bloco.
Críticos
da tática apontam que, por não existir um padrão rígido das
atitudes dos participantes, em certos momentos das manifestações
pode ocorrer vandalismo, roubo e desordem.
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