Neste momento
Não apoie o queixo com as mãos
Nem olhe para o chão
Não tenha atitude contemplativa
Coloque as mãos atrás do seu pescoço
Olhe para cima e apoie os cotovelos nos
Joelhos flexionados
Seja como um embrião
Envolto por uma fina casca e
Mergulhado na clara viscosidade do mundo
Dilacere a casca e deixe
Escorrer a sua clarevidência
Sinta o deslumbre de ver algo novo
E sorria
Não esqueça de sorrir
Não conte para ninguém
Todas as idéias
Vão e voltam
Elas trazem uma onda de energia que impregna algumas mentes
É preciso olhar para elas sem paixão
A menor e mais ingênua das idéias, tanto boa quanto ruim, pode ser fatal
Pode atingir o frágil sustentáculo da vida
Como uma lâmina afiada
Fernanda Blaya Figueiró
7 de agosto de 2011
Não apoie o queixo com as mãos
Nem olhe para o chão
Não tenha atitude contemplativa
Coloque as mãos atrás do seu pescoço
Olhe para cima e apoie os cotovelos nos
Joelhos flexionados
Seja como um embrião
Envolto por uma fina casca e
Mergulhado na clara viscosidade do mundo
Dilacere a casca e deixe
Escorrer a sua clarevidência
Sinta o deslumbre de ver algo novo
E sorria
Não esqueça de sorrir
Não conte para ninguém
Todas as idéias
Vão e voltam
Elas trazem uma onda de energia que impregna algumas mentes
É preciso olhar para elas sem paixão
A menor e mais ingênua das idéias, tanto boa quanto ruim, pode ser fatal
Pode atingir o frágil sustentáculo da vida
Como uma lâmina afiada
Fernanda Blaya Figueiró
7 de agosto de 2011
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