Doce delírio
Poesia é delírio
Não é ciência
Nem espelho da verdade
É prima irmã da loucura
Delírio é para poucos e
As vezes se torna ruído aos ouvidos
Muito bem treinados
O que seria do mundo sem o barulho que causam
Os delírios e as febres?
No andar da carroça as abóboras se acomodam
Pobre dos cavalos que carregam o pesado fardo
Patinam num velho atoleiro
Desatrelei meus cavalos e permiti
Que minhas abóboras florecessem e nada disso
Tem importância
É só um poema
Fernanda Blaya Figueiró
19 de agosto de 2011
Poesia é delírio
Não é ciência
Nem espelho da verdade
É prima irmã da loucura
Delírio é para poucos e
As vezes se torna ruído aos ouvidos
Muito bem treinados
O que seria do mundo sem o barulho que causam
Os delírios e as febres?
No andar da carroça as abóboras se acomodam
Pobre dos cavalos que carregam o pesado fardo
Patinam num velho atoleiro
Desatrelei meus cavalos e permiti
Que minhas abóboras florecessem e nada disso
Tem importância
É só um poema
Fernanda Blaya Figueiró
19 de agosto de 2011
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