Poema

Finesse



Como uma fina estampa na seda
As imagens dançam e se alternam
Essa arides é aparente

Olhe o verde do bambu
Retornou a sua almofada
Há pouco havia desaparecido
Andava na saia do vestido
No mural da parede
Na caixa do sapato
Na cortina do banheiro


Deixa eu te contar então
As estampas fenecem o bambu
Florece


Fernanda Blaya Figueiró

19 de novembro de 2010

Comments