Queridos amigos!
Este é o meu primeiro poema produzido após a seleção que será lançada em breve : Arquivo Poético- Antologia de poemas de Fernanda Blaya Figueiró, livro que reunirá quase todos os meus poemas, publicados em blogs, coletâneas, revistas eletrônicas e no livro Ano Novo e textos escolhidos, havia já publicado uma vez uma parte deste trabalho no blog, como vou lançar o livro removi o antigo post. Desde que comecei a preparar a antologia para publicação, que será independente com impressão da Gráfica Metrópole, não havia escrito poemas e nem contos. Então para mim este poema tem o significado de abrir um novo ciclo de produção.
Em breve estarei divulgando o lançamento do livro.
Um abraço
Fernanda
Este pó nas minhas mãos
Casca grossa, casca fina, casca de arroz
Ao olhar pela janela recordei que o pó
Nas minhas mãos era do arroz cru
Antes de ser lavado e escolhido
Mas é também de giz e farinha
De terra e poeira
Este pó nas minhas mãos é de
Brincadeira
A janela deu em uma antiga sala
De meditação
Olhando por ela avistei um luzeiro
Paviu curto, chama alta
Casca grossa, casca fina,
Pó de arroz
Leite fervido, nata batida
Janela ao vento, sol saindo
Lua entrando
E a velha chama dançando
Embalada pela brisa da noite
Este pó nas minhas mãos
É feito a vida
Fernanda Blaya Figueiró
3 de outubro de 2010
Este é o meu primeiro poema produzido após a seleção que será lançada em breve : Arquivo Poético- Antologia de poemas de Fernanda Blaya Figueiró, livro que reunirá quase todos os meus poemas, publicados em blogs, coletâneas, revistas eletrônicas e no livro Ano Novo e textos escolhidos, havia já publicado uma vez uma parte deste trabalho no blog, como vou lançar o livro removi o antigo post. Desde que comecei a preparar a antologia para publicação, que será independente com impressão da Gráfica Metrópole, não havia escrito poemas e nem contos. Então para mim este poema tem o significado de abrir um novo ciclo de produção.
Em breve estarei divulgando o lançamento do livro.
Um abraço
Fernanda
Este pó nas minhas mãos
Casca grossa, casca fina, casca de arroz
Ao olhar pela janela recordei que o pó
Nas minhas mãos era do arroz cru
Antes de ser lavado e escolhido
Mas é também de giz e farinha
De terra e poeira
Este pó nas minhas mãos é de
Brincadeira
A janela deu em uma antiga sala
De meditação
Olhando por ela avistei um luzeiro
Paviu curto, chama alta
Casca grossa, casca fina,
Pó de arroz
Leite fervido, nata batida
Janela ao vento, sol saindo
Lua entrando
E a velha chama dançando
Embalada pela brisa da noite
Este pó nas minhas mãos
É feito a vida
Fernanda Blaya Figueiró
3 de outubro de 2010
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