"Abre o Jogo"...
As eleições no Brasil foram uma fraude com o auxílio das autoridades que deveriam guardar e zelar pela Constituição Federal, uma montoeira de papel distorcido por 30 anos de corrupção, moldada para facilitar a jogatina e o roubo, infelizmente.
Bolsonaro mantém um silêncio denunciador de que tem algo muito sujo nos porões da nascente ditadura Lula, isso ainda vai aparecer.
Os "eleitos' não querem correr o risco de perderem seus 'diplomas', então estão todos fazendo vistas grossas, os Ministros do STF são protagonista do blablabla e da tentativa de iludir as pessoas e manter a censura, a perseguição política , o ativismo judicial, a miséria e a drogadição fortalecendo o crime, querem mandar e desmandar. Só que exageram, extrapolam suas funções. Foram arrotar mentiras nos EUA para fugir da verdade, eles são coniventes com a fraude grotesca das eleições. O Brasil viverá 4 anos de trevas entregue a esquerda narcotraficante da América, antes eu pensava que era da América Latina, mas a latinização da América do Norte e o seu consumo insano de drogas é parte da degradação da América inteira. A escravização do povo chinês que já tem um século faz também parte da destruição dos empregos e salários aqui, não é possível competir com as fábricas de baratilhos vindos da China. Mas um dia o jogo muda, agora entramos nas trevas onde o Estado inflado e a corrupção desenfreada vai comer as economias do país.
O Congresso? Silente. A Justiça? Conivente. O Povo: Resistente, em parte a outra parte corrupta porque "votou" num corrupto e seus aliados corruptores.
Bolsonaro não vai falar, seu silêncio tem nome: Censura. O povo vai resistir, mas na minha opinião agora a tática teria que ser outra, liberem as frentes dos quarteis e volte a 'normalidade'. Proteste nas praças e vista preto, busque a luz e a energia boa virá. Os bandidos vão brigar entre si e poucos restarão, estão com muita fome de propina e devem ter gasto o botim das pilhagens anteriores comprando a 'eleição'.
O jogo está aberto e claro, fomos traídos pelas autoridades mais altas do Estado.
Fernanda Blaya Figueiró
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