Um perímetro de segurança para os candidatos a Presidente.

Um perímetro de segurança para os candidatos à Presidente. Ontem um "Youtuber" xingou o Presidente Bolsonaro, disse várias bobagens e se fez de vítima, foi pro meio da multidão empurrou todo mundo e não quis ser empurrado,muito emgraçadinho. Este episódio deixou claro que Bolsonaro é alvo da ira da esquerda e dos descontentes do centro, ele tem que se cuidar, a campanha vai ser 'medonha". Os outros candidatos também, se cuidem. Não andem de avião como Eduardo Campos,em rotas perigosas, não saiam na multidão como Bolsonaro no evento da facada. Não precisamos disso... Uma das poucas coisa que o "Youtuber" falou que me interessou foi "você faz as mesmas coisas que a esquerda", não é verdade, não houve grandes fianciamentos a ditadores de esquerda nos últimos anos, não houve saque a Petrobrás e demais Estatais. Quanto ao auxílio dado aos mais vulneráveis foi feito com a aprovação do Congresso e do povo, ninguém quer saber de gente passando fome. Mas de fato isso é um nó, de onde sairá a verba, me parece que tudo isso foi orçado e há base sólida para o apoio aos necessitados. O desemprego diminuiu, a educaçã ocontianu a a mesma coisa de sempre, porque depende do corpo docente, dos pais e das comunidades, enquanto as forças vivas da sociedade não se ocuparem das crianças e dos jovens há pouca possibilidade de mudança real e boa educação. O bom aluno consegue romper o ciclo da pobreza, os demais precisam aprender a viver dentro de suas possibildiades e habilidades. Outra coida que o agressor de Bolsoanro de ontem falou" A direita que você faz, nã oé a que eu quero"... ou algo similar a isso, que só assisti uma vez, então, ok, crie um partido de direita seu.Sua direita, como seria? Candidate-se e vença as eleições. A crítica é bem vinda e dela podem surgir boas explicações, então se a atual direita tem que melhorar vamos trabalhar nisso, mas sabend ue somos parte de um todo chamado Huamnidade e Planeta Terra, as utopias tanto de esquerda, quanto de direita tem que serem compatíveis com a atualidade, o mundo pós Covid 19, em recesão, com guerra na Ucrânia, tensão na Palestina, e todos os desafios. Fernanda Blaya Figueiró

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