Um ano da morte horrenda do menino Miguel.
A mídia lembra hoje a passagem de um ano da terrível morte do menino Miguel, ele foi torturado durante dias até ser morto a pancadas pela própria mãe e sua amante, duas degeneradas que 'se livraram' de seu como se fosse lixo. Este caso, mais um, de violência contra crianças apavorou nossa sociedade, como puderam duas mulheres fazerem uma coisa tão horrível? Como puderam ser tão más a ponto de sentirem prazer no sofrimento do pequeno Miguel? Mãe deveria ser amor e luz, acolhimento e cuidado. Lembro de uma frase que o menino teria escrito ou falado, " eu só queria que minha mãe voltasse a cuidar de mim"... Depois dele várias crianças também penaram nas mãos de pais ou familiares diabólicos, a cada notícia a desesperança toma conta da gente. Como pode uma sociedade civilizada ter casos tão horripilantes?
Sim, tem milhares de casos bem sucedidos de filhos amados e bem cuidados, é preciso lembrar deles e ter fé de que um dia a violência diminua, terminar não vai, porque uma parcela da sociedade é brutal e bárbara.
O amor, como o ódio é plantado, regado,adubado, cultivado, prospera ou fenece, somos todos feitos de luz e sombra, hora luz, hora sombra.
O mundo é cheio de energias e somos tomados por elas, espero que hoje passado um ano de sua morte, o pequeno Miguel tenha encontrado a Paz e o Amor em outra dimensão. Outra frase que ficou na minha memória foi de um policial, "infelizmente o sofrimento deste menino acabou", ou algo parecido, mas a sensação de que para ele a morte foi um alívio da tortura e sofrimento que sofreu nas mãos destas duas degeneradas é angustiante.
Elas estão pagando por seus erros e a sociedade tem que achar mecanismos para que não haja mais casos hediondos como esse. Escola, família, amigos, vizinhos, todos podem ajudar a construir um lugar melhor para que a paz prospere e o amor encontre solo fértil para crescer.
Paz, menino Miguel.Paz para todas as crianças do mundo, um dia a gente consegue.
Um minuto de silêncio por todas as crianças que precisam de um pouco de fé e amor.
Fernanda Blaya Figueiró
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