Punição severa para a bandidagem nas torcidas brasileiras.
Torcedor é aquele que ama seu time e torce para que seja bem sucedido, selvageria não faz parte da torcida. É uma pena que o GreNal tenha sido cancelado e deverá acontecer a portas fechadas e fora da capital para que a torcida sinta o rigor da lei, infelizmente os bons torcedores sofrerão as consequências da ação dos bandidos que foram ao Estádio para fazer baderna.
Em São Paulo um torcedor morreu numa briga genelarizada perto do estádio num dia de jogo decisivo, no outro lado do Mundo. Na Bahia um ônibus foi atacado e aqui também, essa ações radicais e violentas estão sendo estimuladas nas redes ou pela imprensa?
Por sorte parece que o jogador do Grêmio se recuperou bem, mas poderia ter sido morto, logo foi uma tentativa de assassinato. Se fosse contra um jogador nosso, do Inter, estaríamos também indignados e cabe as autoridades policias, aos diretores dos clubes e da Confederação gaúcha tomar providência para que esta escalada de violência seja contida, isso implica inclusive o Governo Gaúcho que deve fazer a segurança pública. Os conflitos já aconteceram em jogos anteriores e também em frente aos estádios, com badernas e amedrotamento dos jogadores e comissão técnica.
Então era quase previsível que algo poderia acontecer, é preciso agora ter uma reação enérgica punindo individualmente os bandidos disfraçados de torcedores que gostam da brigar e causar tumulto, e apurar responsabildiades dos agentes que deveriam ter evitado esta barbárie. Este é um ano eleitoral e este tipo de conduta tem que ser reprimida, para que não contamine também o pleito e os palanques eleitorais.
Na minha opinião teriamos que ter um longo período sem torcidas nos Estádios, infelizmente o povo não soube aproveitar a reabertura pós covid, estão confundindo liberdade com anarquia.Quanto mais violência tiver melhor para a bandidagem que ocupa o espaço do bom torcedor que vai ao estádio para se divertir e acaba sendo expulso pela marginália. Se as 'organizadas' compactuam com isso devem deixar de existir.
Fermanda Blaya Figueiró
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