Em 2022 a Paz está em nossas mãos.
Hoje se vai 2021, longo ano este em que a Pandemia já acabou, mas a máscara se impõe ainda como símbolo de medo e uma certa opressão, porque foi também uma forma de colocar limites físicos a liberdade de ir e vir. Foi necessária, mas será que já não passou da hora de largar essa coisa, porque ninguém mais usa corretamente, só para cumprir as normas.
Aqui no Brasil 2022 será um ano de chatíssimas eleições e ao que tudo indica, mesmo sendo moralmente altamente reprovável o Lula la la Ladrão maior deste século, poderá se candidatar ao cargo mais alto da Nação, um absurdo. Se isso acontecer será a vitoria da corrupção e um desrespeito ao povo que não tem explicação. Se Deus quiser jamais seremos uma ditadura comunista de esquerda, nosso perigo maior está em as facções narcotraficantes voltarem a se fortalecer. Gostando ou não do governo Bolsonaro é preciso reconhecer que permitiu as polícias que fizessem um combate mais eficiente e severo ao narcotráfico, que aqui as gangs estavam se tornando quase guerrilhas, associadas a todos os países narcoprodutores e intermediando com os narco consumidores. Somos parte do narco consumo e distribuição mundial, e toda sua gama de violência agregada.
Não sei o que vai acontecer nas eleições, mas o governo que assumir ou continuar deve dar as polícias a autonomia necessária para 'abafar' estas práticas ilicitas, que como a corrupção são inerentes a todo o sistema, mas tinham perdido o controle e se espalhado de tal forma que podiam comprometer a sociedade inteira.Não acredito nem no fim da corrupção muito menos do narcotráfico, mas em diminuição dos patamares assustadores que alcançaram, para mim os piores males deste milênio.
Nos últimos anos os primeiros meses sempre apresentam notícias bombásticas, a gente até fica atento ao que virá, espero que aqui no sul venha apenas uma boa e alentadora chuva para acalmar a seca e que no norte ela pare, pois este está um ano bem complicado no clima, mas parece que dentro do previsível.
O Planeta Terra está em mutação e estamos aprendendo a sobreviver nele e a entender seus novos desafios. Nós poetas, escritores e loucos somos os primeiros a sentir as transformações, isso é sensibilidade, conexão com o Universo, depois das transformações acontecem as acomodações, eu já entrei no prumo depois de meu 'piripaque' meio constrangedor, é a vida. A vida é um fluxo de energias, para mim que já passei dos cinquenta está em desaceleração, é natural, normal, porque viemos ao mundo com toda a carga energética que necessitamos e com o tempo vamos perdendo ela? Para mim a natureza é perfeita, ela e nós somos a mesma coisa, seguimos os mesmos ciclos de mutação, difícil é aceitar esta mudança física emocional, mas a gente tomando consciência logo entende e assimila. 2022 que seja um ano de paz e prosperidade para todos nós.
Fernanda Blaya Figueiró
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