Muito bom falar sobre o voto.

Muito bom falar sobre o voto. Ontem Bolsonaro falou sobre suas suspeitas de que as urnas podem ser fraudadas ou as eleições como um todo, é dever da Justiça Eleitoral garantir eleições justas e confiáveis e se algum candidato acha que pode ter sido prejudicado pode sim falar sobre, não assiti tudo, uma fala muito longa e cansativa, mas acho que alguma forma moderna e tecnológica pode aparecer para que a eleição seja segura e os candidatos fiquem tranquilos. Apareceram supeitas dos eleitores, mas nada que possa provar que houve fraude, um crime se feito quase perfeito. O jeito é fazer muitos votos e demonstrar apoio ao governo para quem sabe conseguir uma reeleição, a Pandemia vai pesar, a crise econômica também e essa chatice de direita e esquerda e suas ameaças assustadores talvez caia em desuso. Mudanças climáticas, outro dia assiti a um documentário sobre o antigo Egito e as civilizações vizinhas deste Império, eles enfrentaram terríveis 150 anos de seca, foi devastador por mais tecnologia e capacidade de adaptação que tinham muitos povos podem ter deixado de existir. A Bíblia mesmo fala nessa seca que levou os Israelitas para o Egito. Aqui esta semana está fazendo muito frio, mas antigametne era assim, o inverno era longo, fazia frio ao anoitecer e esquentava ao longo do dia, domingo aqui estava 30 graus, na terça caiu para 10 e depois para 1, aja organismo para lidar com uma variação térmica assim.Então mudanças climáticas, pestes e fome são velhos problemas que assolam o mundo de tempos em tempos, é preciso entender e agir coordenadamente para evitar o caos e a extinção. Não sei o que vai acontecer nessa pendenga das eleições, mas é super importante debater e esclarecer os fatos, talvez um dia apareça uma fórmula mais sábia do que esta para a gestão do que é de todos, a política é só isso, um voto de confiança para que alguns candidatos gerenciem o que é de todos e façam bom uso dos impostos, apliquem as leis acordadas entre todos e organizem a sociedade. Já houve um período em que as pessoas queriam a anarquia: Sem Patrão, Sem Deus, Sem Pátria, mas não queriam viver na selvageria, queriam a garntia de seus direitos e a não observância dos deveres, queriam sustento e não emprego, trabalho sem a mediação do Estado, acho que não funcionou. A única coisa que conseguiram foi ficar sem Deus, por opção, acho certo, cada um pode acreditar no que quer, mas a volta ordem foi necessária. Nessa manhã gelada e bela, de sol ardente, que vai aquecer um pouco ao meio dia as casas e pessoas, acordamos com a notícia de um crime tenebroso, um menino sofreu maus tratos por longos sete anos, passava fome, era espancado pela própria mãe, que foi até uma delegacia de polícia notificar seu 'desaparecimento', ao contar o fato foi caíndo em contradições e acabou contando tudo, espancou o menino, amarrou, jogou numa sala fria e quando voltou achou que poderia ter morrido e jogou, talvez vivo, nas águas geladas de um rio de forte correnteza. A vida desse menino valia para a 'mãe' muito pouco, como tantos outros casos, este choca pela crueldade e falta de amor, agora o Estado busca o corpinho afogado, será periciado se encontrado e descobriremos mais sobre a trágica vida de sete anos de miséria humana que este ser passou. Quem era, quem poderia ter sido este pequeno ser sofrente? Como nosso Estado vai corrigir a falha com ele e como toda a comunidade que o viu passar fome e apanhar e nada fez vai dormir nesta noite? Precisamos do Estado, do Empregador, somos livres para optar em acreditar ou não em Deus, mas precisamos de bons patrões, de boas leis e de um Estado confiável e competente, todos "nossos" recursos nacionais ficam nas mãos de quem leva a maior parte dos votos, e esse ser ou partido tem que seguir as regras, as leis, a ordem, sem isso é cada um por si e a impunidade leva ao fortalecimento da maldade. Esta mulher que com a companheira passou todos estes anos maltratando uma criança indefesa agora precisa sentir o peso do Estado e perder a liberdade, pois é um monstro humano, permitiu que a miséria em que vivia a torna-se isso, não tem palavras para descrever uma criatura assim. A política aqui, como a informação está em descrédito, existe mas ninguém mais leva fé, e fé nas instituições é fundamental, as eleições serão só no segundo semestre do ano que vem, então tem muito o que ser feito antes, ficar nesse "lero lero" não ajuda. Tem crianças e famílais vivendo na em lares e comunidades violentas, tem o terrivel índice de crimes do mundo das drogas, tem estradas a serem construídas, pontes precisam ser feitas e toda infraestrutura para que os cidadãos possam viver bem em suas comunidades, sem opressão, sem medo, sem miséria humana, com acesso a saúde,trabalho, educação, alimentação... Essa mulher deveria ter perdido a guarda do filho, seria melhor para ele ter sido criado numa casa de acolhimento ou num lar adotivo, mas como a sociedade podia ter descoberto antes desse fim trágico o que acontecia? Para isso existe a Justiça, os Conselhos Tutelares, as escolas, postos de saúde,programas de assistência social,até Igrejas e Ongs... Prefeituras, Estados ,a União, mas todos estavam muito ocupados certamente, estes serviços todos existem para funcionar,mas, já escrevi isso há muito tempo, parece que é uma anarquia, cada um vaia seu psoto deemprego, bate o ponto, volta para casa, recebe seu salário e pronto, se ocupa mais de si do que do seu fazer. Parece que não há um conjunto de ações planejadas e ordenadas que retorne numa ação competente e evite uma morte assim tão horrenda e uma vidinha de sete anos sem civilidade, em meio a uma selva urbana. Para esse serzinho, não lembro seu nome a morte foi o fim do sofrimento, infelizmente, para nós que acreditamos em Deus esperamos que sua alminha pura encontre paz, amor e acolhimento no outro lado da vida.E que o voto seja confiável para que o Estado funcione e a corrupção seja combatida, acabar não vai acaba, nem estas maldades, mas diminuir o espaço para que aconteçam é sim possível. Como? Pois então, como? Como o mundo abstrato das ideia pode ser aplicado no cruel mundo real? Fernanda Blaya Figueiró

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