Pós Covid, o terror agora é: A conta de Luz!!!
Graças a Deus, voltamos aos usuais assuntos de estação, a seca no norte, noroeste e sudeste, que faz o Sistema de Energia usar mais termoelétricas e assim eleva o preço da Conta de Luz, os jornalistas precisavam dessa folga do covid, a seca, o aquecimento global e a economia apocalíptica são um bom mote.
Ouvi estes dias um apresentador de programa reclamando das críticas que os joranlistas e especialistas estão recebendo, mas a crítica é importante para que algo mude, este alarmismo permanente é danoso para o país. A conta de luz vai subir, é preciso cuidar mas sem desespero, aqui no RS é preciso usar estufa, água quente na torneira, confortos que evitam doenças graves e não precisa essa maluquice de aterrorizar as pessoas, o preço do gás está pela hora da morte, a gasolina está tão cara que acabaram os congestionamentos, a cesta básica assusta, agora a conta da luz, isso tem nome Inflação, um bicho papão que persegue o consumidor brasileiro e dá dor de cabeça, mas que sempre superamos.A economia aqueceu a inflação apareceu, os consumidores vão se adaptar.
É preciso um estudo do impacto que este negativismo constante da mídia tem na população e como mudar isso, parte da solução está em quem está do lado de cá dos aparelhos assistindo e sendo bombardeado com o desespero sistemáticamente, você não vai falir se a luz subir, nem vai passar fome ou ir morar nas ruas, basta ter um puco de cuidado, evitar outros gastos, talvez desligar a TV, poupar um pouco, mas continue vivendo sem pânico, a pandemia perde força, Graças a Deus, com a vacinação. Teria sido mais fácil vencer essa virose se não fosse este constante terror que foi sufocando as pessoas. Eu tenho muitas dúvidas sobre o real número de mortos, foi muita gente, mas nem todos morrerem de Covid, acredito. Os hospitais agora precisam se preparar para em novas pandemias que possam surgir tenham como ampliar o atentimento com mais rapidez.
O lado bom do confinamento foi que a economia se adaptou, as vendas on line entraram na rotina de muita gente, é preciso ter agora agilidade na entrega, nos bairros bons isso é fácil, nos mais perigosos nem tanto, tem lugares que são totalmente fechados, como alguams comunidades, a imprensa tem mostrado muito a região de "Paraisópolis", por exemplo, a polícia para ir lá tem que ir armada até os dentes, carteiro então só com permissão de quem manda, e nestes locais a economia ainda é "no dinheiro" e em mercadinhos, muitos não pagam impostos e toda a economia é informal.
As reformas tão alardiadas estão sendo feitas e esperamos que logo os resultados positivos apareçam e nossa sociedade volte a crescer, o PIB parece que foi menos atingido do que se imaginava, mesmo sem todo o turismo de massa, a paralização dos restaurantes e pontos de cultura e lazer, muitos deixaram de existir ou se 'reinventaram', mas a impressão que fica é de que alguns setores não fazem parte da 'grande economia', do PIB. Talvez seja só impressão, mas me veio uma frase que pode ser um pouco feia: " a pobreza não participa da macro economia". Então neste aspecto tanto faz essa energia da economia informal ela se retroalimenta sem o Estado, antes eu pensava ue era preciso tributar isso, mas esse subemprego mantém a população de baixa renda ativa e com um renda baixa mas constante, o vendeor de esquina, o comerciante informal, o trabalhador autônomo que tem seu cliente fixo, como as diaristas, os cortadores de grama, vendedores ambulantes, etc... que movimentam essa economia, mas não conseguem ou não querem contribuir para a Previdência Social eles solucionam seus problemas, alguns não conseguem e caem na desgraça de ir parar nas ruas. Então uma nova e boa economia deveria encontrar uma fonte de renda para formar um fundo de amparo ao trabalahdor informal ou para o auxílio de idosos ou inválidos sem aposentadoria, de onde sairiam recursos, é preciso encontrar uma boa solução para essa parcela grande de pessoas que não chegam a participar diretamente da economia, mas que de alguam forma 'se vira', busca renda e muitas vezes encontra.
A imprensa podia repensar sua atuação, inclusive o ativismo político que parece evidente, se não tem caos cria, se há governo a imprensa é contra, se o governo não agrada então deu, não consegue governar. Isso vai mudar porque ninguém aguenta viver a baixo de medo e crise permanente. Há sim bom jornalismo, isento e que se preocupa em informar não em governar, mas este precisa se sobrepor ao alarmismo e terror da informação cada dia mais assustadora. Eu quero voltar a ver, ler, ouvir jornal, não filme de terro, é hora de fumar o cachimbo da paz.
Fernanda Blaya Figueiró
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