Ainda sobre o vírus da discórdia.

Ainda sobre o vírus da discórdia. Estamos no pico da contaminação de Covid 19 no RS, esse assunto está levando as pessoas a beira da loucura, muito pela sensação de que se adoecerem vão morrer por falta de leito. Isso não é verdade, algumas pessoas estão morrendo porque adoeceram gravemente, algumas pessoas são atendidas em UTIs e não conseguem mesmo assim sobreviver, infelizmente, logo as pessoas morrem pela gravidade do ataque do vírus ao seu organismo. A Taxa Aparente de Letalidade é de 2%, aparente porque nem todos os casos são testado, muitos doentes podem ter já contraído o vírus, então podem ser menos de 2%. Ninguém quer estar ou ter parentes entre os 2% que infelizmente não conseguem vencer o coronavírus,vamos parar de acompanhar a evolução das mortes para manter a calma. Com leitos de UTI ou sem para alguns pacientes o vírus é letal. Vamos torcer para que mais leitos sejam abertos, onde estão os 'respiradores' comprados no início da Pandemia, os hospitais de campanha? Não seria a hora de tirar o Covid 19 dos hospitais normais e levar para um grande centro de recuperação? Ou repensar a ocupação com hospitais para covid e outros para doenças comuns para a normalidade voltar? Quem infelizmente vem a óbito na maioria dos casos acredito que seja pela gravidade do vírus, nã e todo mundo. O confinamento total fará danos ao comércio quando este já começava a se reequilibrar, olhando os gráficos a gente percebe que não tem segunda onda, é o mesmo processo lento e gradual de contaminação, nunca parou, ou baixou. A boa notícia é que a vacina pode frear os óbitos e diminuir as internações, para que os pacintes crônicos voltem a seus tratamentos e os hospitais a suas rotinas. Tente ficar entre os 98% que sobrevivem a doença, se cuidando ao máximo,procurando atendimento nos primeiros sintomas, mas evite o estress das más notícias, nem tudo está perdido. o por falha de atendimento porque 98% dos casos são curados com um esforço enorme da comunidade, que inclui os médicos, os pacientes, as famílias Fernanda Blaya Figueiró

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