Vacina: Oxford ou China? Tanto faz, desde que funcione.

Vacina: Oxford ou China?  Tanto faz, desde que funcione.

Gostaria de registrar para a nefasta imprensa brasileira que não há discódia quanto ao uso das vacinas que começam a ser testadas, não há comprovação científica de que vão funcionar e mesmo assim milhares de brasileiros  aceitarão o desafio de experimentar. Então não venham daqui uma semana aterrorizar o povo com a vacina que "O governo" testou na população, blablabla...

Tudo em Covid 19 é experimental e provisório,  acordem seus urubus!
E o MP também, estamos  numa crise de saúde e nada do que  a medicina fez foi comprovado, foram tentativas desesperadas de achar da noite para o dia tratamentos e remédios, melhor do que sentar e mandar as pessoas para casa morrem de falta de ar. Nem os milhares de respiradores comprados pelo mundo inteiro podem ter sido eficazes, foram paliativos, como os remédios testados, foram tentativas e erro, alguns acertos, alguns tratamentos funcionaram com uma população e com outra não, tanto que há milhares de óbitos e de pacientes recuperados, desafiando os médicos a entender: o que está acontecendo.
Então a vacinação que está entrando em curso é parte de uma experiência, toda a sociedade está de acordo com seu uso, alguns não vão querer recorrer a isso até que esteja cientificamente comprovado, é seu direito, então sem alarme, sem sencacionalismo, sem aterrorizar a população noticiem que estamos fazemdo mais um avanço, que pode até vir a se tornar retrocesso, pois nada é garantido e segurnaça só se terá em alguns anos.
E por favor não coloquem o eleitorado nessa dicotomia idiota e improdutiva, estamos todos juntos se Oxford ou China vão ter melhores resultados esperamos que as duas principais correntes de pesquisa e as outras cheguem a algo útil contra o Coronavírus. Se os índios descubrirem uma vegetação, um chazinho que mate o vírus tudo bem, vamos buscar a comprovação e um dia chegar a cura. Então nessa onda de tentar uma  vacina não tem ideologização, por favor não inventem.

Fernanda Blaya Figueiró


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