Combate ao virus com menos exposição na mídia.
Os ruídos na comunicação aqui no Brasil estão cansativos, como sempre, pois está havendo uma exposição muito grande na mídia, são longas e cansativas entrevistas que poderiam ser mais enxutas e ter menos tempo e permitir menos dicotomias. É preciso proteger as pessoas, fazer o isolamento parcial, pois serviçso básicos estão funcionando, mas também permitir que as empresas e pessoas busquem o seu 'pão de cada dia'. Agora com a liberação de auxílios o governo vai conseguir acalmar as bases e talvez mapear a economia informal, sem gerar fraudes, um problema já que aproveitadores podem solicitar o recurso sem necessidade ou em dobro, no Brasil as fraudes ao sistema são muito comuns.
Quem não é MEI, nem tem registro nos programas sociais poderia ter acesso a um cadastro junto as lotéricas ou a Prefeitura(P.S. Será an Caixa Econômica) onde informe seus dados e a atividade que normalmente faz, em que parte da cidade, com que rendimento aproximado, isso poderia servir como base de dado real para o número do desemprego e das condições do trabalho no Brasil. Pessoal que vende em boca de fumo vai continuar vendendo porque o vício é mais forte do que a fome, muita gente deve ainda estar consumindo estes produtos, esse pessoal não pode se cadastrar, sua atividade é ilegal.
O governo deveria fazer uma reunião entre si sem a mídia e tentar diminuir as informações, pois muitas perguntas dos jornalistas entram na especulação, se tem como saber quantas pessoas vão morres, se terá como enterrar todo mundo, pois São Paulo fez uma nova ala de cemitério, isso é melhor do que ter cadáveres nas ruas como noticiaram que aconteceu no Equador, onde a epidemia deve ter pego as autoridades de surpresa.
Muitas horas do Ministro Mandeta falando e depoimentos diários de Bolsonaro é cansativo para eles, para a sociedade e repetitivo. Estamos indo muito bem, se pensar na crise como um todo, é uma das piores pandemias da atualidade e não tem como ser sereno o combate a ela. Não sei se há estudos mostrando a sazionalidade das epidemias e a velocidade com que os vírus e bactérias estão mudando, além da capacidade de nosso organismos reagirem e lutarem pela vida. As mortes acima dos 80, 90 anos são de pessoas fortes que chegaram a essa longevidade e não tem as mesmas condições de antes de enfrentar a doença, são naturalmente mais vulneráveis. Pergunto se o vírus tem diferenças também como por exemplo a quantidade de material orgânico que o doente teve contato, se há vírus mais agressivos e outros mais brandos... Ou é só a imunidade do paciente que conta para a boa recuperação? Quantas pessoas aproximadamente já se curaram até agora?
A epidemia existe, é importante, é notícia, mas precisa sair um pouco dos holofotes e ir para uma normalidade, não a indiferença ou o menosprezo, mas a calmaria, ainda tem mutia coisa pela frente serão meses de instabilidade e o estress social pode ser prejudicial. Pegar o vírus vai acontecer a muita gente, como o Minsitro mesmo falou, e muitas pessoas vão se curar, algumas, 3 a 4 % vão falecer, vamos orar por elas e suas famílias,ou por nós e nossas famílias e diminuir um pouco a temperatura da informação para que não vire fofoca, especulação, ruído, e sim traga paz e alento, sem omitir nem exagerar dados e fatos.
Ontem comprei um frango inteiro, vi que tinha no peito uma mancha esverdeada, dura no entorno, pensei em remover a parte estranha e aproveitar o resto, mas fiquei com medo de ser alguma doença do animal e acabei cozinhando uma parte para os cachorros, sem a parte estranha do peito, congelei outras partes e vou ir dando aos poucos, depois perdi o sono, e se os cachorros ficarem doentes? Vou colocar o resto do frango fora, como foi cozido acredito que não tenha passado nada para os cães,ou que fosse só um hematoma na galinha, mas na dúvida não vou utilizar... Se tivesse levado ao supermercado eles teriam trocado, não fui por preguiça.
Fernanda Blaya Figueiró
Os ruídos na comunicação aqui no Brasil estão cansativos, como sempre, pois está havendo uma exposição muito grande na mídia, são longas e cansativas entrevistas que poderiam ser mais enxutas e ter menos tempo e permitir menos dicotomias. É preciso proteger as pessoas, fazer o isolamento parcial, pois serviçso básicos estão funcionando, mas também permitir que as empresas e pessoas busquem o seu 'pão de cada dia'. Agora com a liberação de auxílios o governo vai conseguir acalmar as bases e talvez mapear a economia informal, sem gerar fraudes, um problema já que aproveitadores podem solicitar o recurso sem necessidade ou em dobro, no Brasil as fraudes ao sistema são muito comuns.
Quem não é MEI, nem tem registro nos programas sociais poderia ter acesso a um cadastro junto as lotéricas ou a Prefeitura(P.S. Será an Caixa Econômica) onde informe seus dados e a atividade que normalmente faz, em que parte da cidade, com que rendimento aproximado, isso poderia servir como base de dado real para o número do desemprego e das condições do trabalho no Brasil. Pessoal que vende em boca de fumo vai continuar vendendo porque o vício é mais forte do que a fome, muita gente deve ainda estar consumindo estes produtos, esse pessoal não pode se cadastrar, sua atividade é ilegal.
O governo deveria fazer uma reunião entre si sem a mídia e tentar diminuir as informações, pois muitas perguntas dos jornalistas entram na especulação, se tem como saber quantas pessoas vão morres, se terá como enterrar todo mundo, pois São Paulo fez uma nova ala de cemitério, isso é melhor do que ter cadáveres nas ruas como noticiaram que aconteceu no Equador, onde a epidemia deve ter pego as autoridades de surpresa.
Muitas horas do Ministro Mandeta falando e depoimentos diários de Bolsonaro é cansativo para eles, para a sociedade e repetitivo. Estamos indo muito bem, se pensar na crise como um todo, é uma das piores pandemias da atualidade e não tem como ser sereno o combate a ela. Não sei se há estudos mostrando a sazionalidade das epidemias e a velocidade com que os vírus e bactérias estão mudando, além da capacidade de nosso organismos reagirem e lutarem pela vida. As mortes acima dos 80, 90 anos são de pessoas fortes que chegaram a essa longevidade e não tem as mesmas condições de antes de enfrentar a doença, são naturalmente mais vulneráveis. Pergunto se o vírus tem diferenças também como por exemplo a quantidade de material orgânico que o doente teve contato, se há vírus mais agressivos e outros mais brandos... Ou é só a imunidade do paciente que conta para a boa recuperação? Quantas pessoas aproximadamente já se curaram até agora?
A epidemia existe, é importante, é notícia, mas precisa sair um pouco dos holofotes e ir para uma normalidade, não a indiferença ou o menosprezo, mas a calmaria, ainda tem mutia coisa pela frente serão meses de instabilidade e o estress social pode ser prejudicial. Pegar o vírus vai acontecer a muita gente, como o Minsitro mesmo falou, e muitas pessoas vão se curar, algumas, 3 a 4 % vão falecer, vamos orar por elas e suas famílias,ou por nós e nossas famílias e diminuir um pouco a temperatura da informação para que não vire fofoca, especulação, ruído, e sim traga paz e alento, sem omitir nem exagerar dados e fatos.
Ontem comprei um frango inteiro, vi que tinha no peito uma mancha esverdeada, dura no entorno, pensei em remover a parte estranha e aproveitar o resto, mas fiquei com medo de ser alguma doença do animal e acabei cozinhando uma parte para os cachorros, sem a parte estranha do peito, congelei outras partes e vou ir dando aos poucos, depois perdi o sono, e se os cachorros ficarem doentes? Vou colocar o resto do frango fora, como foi cozido acredito que não tenha passado nada para os cães,ou que fosse só um hematoma na galinha, mas na dúvida não vou utilizar... Se tivesse levado ao supermercado eles teriam trocado, não fui por preguiça.
Fernanda Blaya Figueiró
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