Reabertura segura do comércio está nas mãos dos governadores e prefeitos.

Reabertura segura do comércio está nas mãos dos governadores e prefeitos.


Ontem o Ministro da Saúde deu uma declaração sobre o recolhimento das pessoas, pelo que entendi o confinamento é para idosos e doentes, mas cada governador e prefeito tem seu planejamento e diretrizes.
Então aos poucos a normalidade vai retornar o mais importante é a higienização das mãos e dos ambientes. Quem pode trabalhar em casa deve permancer, quem precisa sair deve retornar, assim como os caixas de supermercado, os fornecedores, os caminhoneiros, entrgadores, porteiros, cozinheiros... uma gama enorme de pessoas que continua normalmente trabalhando. Faça sua parte e movimente concientemente a economia para a manutenção dos empregos e a saúde financeira das famílias e do Brasil.
Governador Leite seja sensato e aos poucos libere o comércio e a industria, este foi um ano de seca, logo a safra será menor, a grande força motriz do nosso estado é a agricultura, com a seca e agora a paralização do comércio e indústria a situação do RS que já era grave pode piorar. Os servidores públicos, em grande parte já sofreu muito com os parcelamentos salariais. Agora o Estado precisa retomar as atividades para manter a arrecadação, com todos os cuidados necessários indicados pelo Minsitério da Saúde, como mante os idosos e doentes em isolamento, cuidar da limpeza dos locais públicos, vacinar os grupos de risco para a gripe, manter o afastamento nos locais com fitas de segurança, ou como fazem algumas farmácias atender com a porta fechada e um local seguro para alcançar os produtos e faze o pagamento.
Prefeitos pensem nas implicações de manter além do necessário a paralização das emrpesas. Empresários ao reabrirem suas lojas façam da melhor forma possível, para segurança dos empregados, colaboradores e do consumidor.
Nestes momentos provavelmente a população vai evitar consumir, para evitar o endividamento, então os bancos devem fazer sua parte e oferecer boas linhas decrédito com juros dentro da normalidade e apoio a organização financeira das famílias.
Ninguém quer colocar o outro ou a si em risco, mas manter o aquecimento econômico e minimizar os impactos do isolamento social.


Fernanda Blaya Figueiró

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