Feliz Dia do Contador de História.
Querido contador de histórias José Saramago,
Estamos no ano 2020 após a vinda do Salvador, não estás mais entre os vivos, então acredito que estejas junto a ele, sim, sou o tipo de pessoa que acredita em Deus, como grande parte a humanidade, que ouve o canto dos anjos e o tinir de espadas das antigas guerras, sou uma bruxa. Esta guerra que agora enfrentamos não é de Homem contra Homem, nem de Estado contra Estado, é de todos contra a doença, um vírus mutante para o qual não temos anticorpos ainda. A pandemia levou a histeria coletiva, quase como o teu "Ensaio sobre a cegueira". Enfrentamos como nunca o medo da morte, o medo do desabastecimento, da fome, da selvageria. Algumas pessoas adoeceram, outras se curaram, há já uma fagulha de esperança em um remédio, para malária, o terror de outrora pode salvar agora.
Como na literatura e nas histórias uma hora o Fim da crise chega e a esperança reaparece.
Hoje, ouvi a pouco, as bolsas abriram em alta!! Alelúia!! Alelúia!!Alelúia!!
Somos a Humanidade e vamos continuar, alguns vão encontrar sua sorte e para eles vamos elevar nossos pensamentos.
Contadores de História do Mundo vamos parar um minuto, fazer silêncio e orar pelos mortos dessa pandemia, não são números são seres humanos, são pais, mães, avós, tios, filhos, vizinhos, são pessoas, quando aí chegarem receba-os bem e com amor, nós que ainda estamos deste lado, sem saber se aí existe mesmo ou como é vamos driblando a crise e cuidando principalmente das crianças, para que essa fase não as assuste e crie medo além da conta.
Feliz Dia dos Contadores de História, mesmo que virtualmente!!!
Fernanda Blaya Figueiró
Querido contador de histórias José Saramago,
Estamos no ano 2020 após a vinda do Salvador, não estás mais entre os vivos, então acredito que estejas junto a ele, sim, sou o tipo de pessoa que acredita em Deus, como grande parte a humanidade, que ouve o canto dos anjos e o tinir de espadas das antigas guerras, sou uma bruxa. Esta guerra que agora enfrentamos não é de Homem contra Homem, nem de Estado contra Estado, é de todos contra a doença, um vírus mutante para o qual não temos anticorpos ainda. A pandemia levou a histeria coletiva, quase como o teu "Ensaio sobre a cegueira". Enfrentamos como nunca o medo da morte, o medo do desabastecimento, da fome, da selvageria. Algumas pessoas adoeceram, outras se curaram, há já uma fagulha de esperança em um remédio, para malária, o terror de outrora pode salvar agora.
Como na literatura e nas histórias uma hora o Fim da crise chega e a esperança reaparece.
Hoje, ouvi a pouco, as bolsas abriram em alta!! Alelúia!! Alelúia!!Alelúia!!
Somos a Humanidade e vamos continuar, alguns vão encontrar sua sorte e para eles vamos elevar nossos pensamentos.
Contadores de História do Mundo vamos parar um minuto, fazer silêncio e orar pelos mortos dessa pandemia, não são números são seres humanos, são pais, mães, avós, tios, filhos, vizinhos, são pessoas, quando aí chegarem receba-os bem e com amor, nós que ainda estamos deste lado, sem saber se aí existe mesmo ou como é vamos driblando a crise e cuidando principalmente das crianças, para que essa fase não as assuste e crie medo além da conta.
Feliz Dia dos Contadores de História, mesmo que virtualmente!!!
Fernanda Blaya Figueiró
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