Pós Nova Previdência : Nossas crianças desamparadas tem que ser o foco.
O Brsil conseguiu um avanço histórico com a aprovação de uma Nova Previdência Social, isso vai garantir o futuro dos aposentados sem endividar o país. Já tramitam outros projetos importantes como a reforma tributária o pacote anti crime do Ministro Moro, há também o "escola cívico militares" que parece um bom projeto, além da implementação das mudanças do ensino médio que iniciaram ainda no governo Temer.
Pensei que falta uma grande ação de atenção ao menor infrator e as crianças desamparadas, seria algo como FASE Legal!! Ou FASE Feliz!! Tem já os projetos bons como Pescar, Jovem aprendiz algo bom do tempo Lulopetista e que foi mantido por ser bom e eficiente, mas poderia haver um estudo de como mudar a FASE, antiga FEBEM, sei que há projetos da Justiça em parceria com outras instituições de capacitação e recuperação dos jovens e cuidado das crianças. A adoção aqui é lenta e demorada, antes disso a FASE tem que se tornar um lar transitório agradável e feliz, onde o mais importante não seja a adoção dos internos mas sim a formação de uma grande família em cada unidade. Os funcionários deveriam ser capacitados não só tecnicamente mas emocionalmente para fazer parte da Família FASE, lugares acolhedores de educação, respeito, amor e desenvolvimento socioafetivo, a criança que passa pelas instituições por falecimento dos pais ou por outra razão deveria passar por uma experiência humana de acolhimento, sensação de segurança e amor. A sociedade deveria participar disso com festas, jogos esportivos, inclusão dos internos nas comunidades como cidadãos que são, sem o preconceito pelo abandono que sofreram, cada interno ser neste período parte de uma família nova, a FASE, não é preciso que as unidades continuem sendo tão assustadores para os internos e para as famílias, principalmente no caso de bebês e crianças, mudar subjetivamente aos poucos os conceitos, ao entra na FASE o interno vira um irmão, um amigo, parte de um lar. As vezes por pequenos períodos outras por longos, mas dar ao interno a sensação de ser parte de algo bom, não de uma punição severa, mesmo ao infrator que ele possa mudar sua interação com o mundo e se tornar um bom cidadão, esquecendo e abandonando a violência e a degradação da qual foi tirado.
Tudo isso somado a criar vagas de emprego ou empreendimentos legais em que o jovem que sai da instituição posso se manter e tomar a sua vida nas próprias mãos, ser auto suficiente econômica e emocionalmente para construir um país melhor e formar no futuro famílias estruturadas e felizes...
São apenas pensamentos que tive... Podem servir para algo então deixo aqui.
Fernanda Blaya Figueiró
O Brsil conseguiu um avanço histórico com a aprovação de uma Nova Previdência Social, isso vai garantir o futuro dos aposentados sem endividar o país. Já tramitam outros projetos importantes como a reforma tributária o pacote anti crime do Ministro Moro, há também o "escola cívico militares" que parece um bom projeto, além da implementação das mudanças do ensino médio que iniciaram ainda no governo Temer.
Pensei que falta uma grande ação de atenção ao menor infrator e as crianças desamparadas, seria algo como FASE Legal!! Ou FASE Feliz!! Tem já os projetos bons como Pescar, Jovem aprendiz algo bom do tempo Lulopetista e que foi mantido por ser bom e eficiente, mas poderia haver um estudo de como mudar a FASE, antiga FEBEM, sei que há projetos da Justiça em parceria com outras instituições de capacitação e recuperação dos jovens e cuidado das crianças. A adoção aqui é lenta e demorada, antes disso a FASE tem que se tornar um lar transitório agradável e feliz, onde o mais importante não seja a adoção dos internos mas sim a formação de uma grande família em cada unidade. Os funcionários deveriam ser capacitados não só tecnicamente mas emocionalmente para fazer parte da Família FASE, lugares acolhedores de educação, respeito, amor e desenvolvimento socioafetivo, a criança que passa pelas instituições por falecimento dos pais ou por outra razão deveria passar por uma experiência humana de acolhimento, sensação de segurança e amor. A sociedade deveria participar disso com festas, jogos esportivos, inclusão dos internos nas comunidades como cidadãos que são, sem o preconceito pelo abandono que sofreram, cada interno ser neste período parte de uma família nova, a FASE, não é preciso que as unidades continuem sendo tão assustadores para os internos e para as famílias, principalmente no caso de bebês e crianças, mudar subjetivamente aos poucos os conceitos, ao entra na FASE o interno vira um irmão, um amigo, parte de um lar. As vezes por pequenos períodos outras por longos, mas dar ao interno a sensação de ser parte de algo bom, não de uma punição severa, mesmo ao infrator que ele possa mudar sua interação com o mundo e se tornar um bom cidadão, esquecendo e abandonando a violência e a degradação da qual foi tirado.
Tudo isso somado a criar vagas de emprego ou empreendimentos legais em que o jovem que sai da instituição posso se manter e tomar a sua vida nas próprias mãos, ser auto suficiente econômica e emocionalmente para construir um país melhor e formar no futuro famílias estruturadas e felizes...
São apenas pensamentos que tive... Podem servir para algo então deixo aqui.
Fernanda Blaya Figueiró
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