A Vida: um tempo de transbordar as paixões? Sim e Não.
Para Vera Blaya e Mauro Figueiró,
Com carinho,
O que seria a vida sem os amores? Nada, mas há tempo para as grandes paixões e tempo para a sabedoria da liberdade até mesmo delas, das ilusões, beleza, amores, sucesso, desamores, lembranças, memórias... Tudo é relativo, num lindo dia de sol a vida é bela, já na penumbra do entardecer pode se tornar melancólica.
Todas as paixões são boas recordações, tem seu tempo, se passa o sonho vira pesadelo, se se adianta a dúvida cobra a conta. E si? Em si as paixões são só experiência, assim como vem se vão, aparece, desaparece.
Transbordar, que loucura, tentadora loucura, dizem que o Nilo quando transborda carrega pedras e elas constroem as Pirâmides, o Jacuí alaga as margens, retira gente, faz mexer as “bolantes”, mas o grão afogado vira adubo, lágrimas da indiazinha que perdeu o amor, delas nasce o grão do arroz, que vira festa, que vira força no braço do trabalhador, água para criar os filhos, moer o trigo, fazer o pão... Deixa transbordar, mas nem sempre, deixa conter mas nem tanto...
O que fica da gente?
Um sorriso, uma lembrança, algumas saudades, alguma esperança... Quem a gente é?
Grão, mão, pão, paixão...
A vida, se a gente soubesse que raios isso é... Acho que perdia a magia...
Então: é Sim?
É Não?
É Sim e hora Não... Sei não...
Para Vera Blaya e Mauro Figueiró,
Com carinho,
O que seria a vida sem os amores? Nada, mas há tempo para as grandes paixões e tempo para a sabedoria da liberdade até mesmo delas, das ilusões, beleza, amores, sucesso, desamores, lembranças, memórias... Tudo é relativo, num lindo dia de sol a vida é bela, já na penumbra do entardecer pode se tornar melancólica.
Todas as paixões são boas recordações, tem seu tempo, se passa o sonho vira pesadelo, se se adianta a dúvida cobra a conta. E si? Em si as paixões são só experiência, assim como vem se vão, aparece, desaparece.
Transbordar, que loucura, tentadora loucura, dizem que o Nilo quando transborda carrega pedras e elas constroem as Pirâmides, o Jacuí alaga as margens, retira gente, faz mexer as “bolantes”, mas o grão afogado vira adubo, lágrimas da indiazinha que perdeu o amor, delas nasce o grão do arroz, que vira festa, que vira força no braço do trabalhador, água para criar os filhos, moer o trigo, fazer o pão... Deixa transbordar, mas nem sempre, deixa conter mas nem tanto...
O que fica da gente?
Um sorriso, uma lembrança, algumas saudades, alguma esperança... Quem a gente é?
Grão, mão, pão, paixão...
A vida, se a gente soubesse que raios isso é... Acho que perdia a magia...
Então: é Sim?
É Não?
É Sim e hora Não... Sei não...
Fernanda Blaya Figueiró
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