Marielle foi morta pelo poder paralelo.
A Polícia está desvendando o caso da morte da vereadora no Rio de Janeiro e de seu motorista: foi morta pelo poder paralelo, por ex policiais corruptos e expulsos da polícia. A 'esquerda' tenta se vitimizar neste caso, mas quem apoiou ou deixou se criar esse tipo de 'liderança' foram os governos de esquerda, que sempre foram 'amigos' da bandidagem, sempre incentivaram a 'luta de classes' contra a classe média, contra o empresariado honesto. Marieli foi morta porque se aproximou muito do poder, se colocou no caminho da bandidagem, que usa os espaços públicos como se fossem seus, oprime as comunidades cobrando 'mensalidades' para internet falsa, luz, gás, 'proteção', como fazem as máfias. Roubam de todo mundo descaradamente e usam estas verbas para fomentar a violência, comprar armamento pesado e sufocar as cidades. O Rio de Janeiro é atualmente uma das piores cidades do mundo, vive em parte do turismo, que vai cair se nada for feito para reverter essas milicias e facções.
Todo somos sensíveis a morte dela, não é uma morte de "propriedade de um partido político", isso está errado.
Aqui está acontecendo o julgamento do terrível caso Bernardo, o menino morto pelo pai e a madrasta por dinheiro e ciúme, com a cumplicidade de dois irmão, o caso é chocante, a frieza nos olhos do pai e da madrasta são assustadoras, a comunidade acompanha com sentimento de culpa, pois o menino pediu ajuda e não foi socorrido.
Ainda sobre violência tem uma polêmica, a mídia, ou parte dela, tem um jargão: "Bandido bom é bandido morto"... agora uma delegada teria dito "Bandido bom é preso e com seus direitos"... Não há "bandido bom", se virou bandido não é bom, é um sujeito inserido na maldade, merece sim seus direitos como todo ser humano mas tem que observar os deveres, mas é bandido não respeita a lei. Essa questão toda sobre o que é a bandidagem, como combater, como punir e vigiar, como ressocializar é complexa a aqui parou no tempo, os sociólogos, operadores do direito não evoluíram acredito, nossa sociedade entrou numa profunda crise financeira e moral, há muito ódio do 'bandido', ' do não bandido', da "polícia", até porque parte dela mudou de lado e criou as milícias. A esquerda vê o marginal como um possível 'guerrilheiro', usa essa força repressora nas comunidades, a direita só agora apareceu esteve apática por muitos anos. Nosso Estado foi deteriorando e os sistemas faliram os políticos acusam a falta de educação, a educação aponta para a falta de segurança pública, tudo aponta para a desigualdade social e a economia, a solução da esquerda é a de Maduro, igualar todos na miséria e ter alguns paramilitares endinheirados se apropriando de tudo, a da direita, e a que mais eu acredito, é de entrar no mercado internacional, investir em empreendedorismo, espero que consiga. Mas algo vai acontecer para melhor, não temos mais espaço para erros.
O Caso Bernardo mostra que a ganância afeta todo mundo, os envolvidos são cidadãos com formação profissional e eram bem colocados no mercado, a corrupção toda também mostra as pessoas mais qualificadas tirando vantagens dos partidos e do estado com a corrupção, o caso Marieli mostra claramente o poder real das milícias e facções, os grupos armados que mandam nas comunidades.
Há ainda o ódio fomentado contra os religiosos e dos religiosos contra alguns grupos, entre si, algo que até pouco tempo não existia, o ódio religioso. A mídia fomenta o ódio as ideologias.
Então a hora é de mudar a retórica.
Gentileza gera gentileza, ódio gera ódio. Quado você encontrar uma pessoa olhe para ela como um igual , você não é melhor do que ela por sua ideologia, por sua religião ou seu ateísmo, porque tem uma determinada 'cultura' dominante, por sua condição financeira, por sua origem étnica, você é um igual.
Se você mudar o mundo muda.
Fernanda Blaya Figueiró
Todo somos sensíveis a morte dela, não é uma morte de "propriedade de um partido político", isso está errado.
Aqui está acontecendo o julgamento do terrível caso Bernardo, o menino morto pelo pai e a madrasta por dinheiro e ciúme, com a cumplicidade de dois irmão, o caso é chocante, a frieza nos olhos do pai e da madrasta são assustadoras, a comunidade acompanha com sentimento de culpa, pois o menino pediu ajuda e não foi socorrido.
Ainda sobre violência tem uma polêmica, a mídia, ou parte dela, tem um jargão: "Bandido bom é bandido morto"... agora uma delegada teria dito "Bandido bom é preso e com seus direitos"... Não há "bandido bom", se virou bandido não é bom, é um sujeito inserido na maldade, merece sim seus direitos como todo ser humano mas tem que observar os deveres, mas é bandido não respeita a lei. Essa questão toda sobre o que é a bandidagem, como combater, como punir e vigiar, como ressocializar é complexa a aqui parou no tempo, os sociólogos, operadores do direito não evoluíram acredito, nossa sociedade entrou numa profunda crise financeira e moral, há muito ódio do 'bandido', ' do não bandido', da "polícia", até porque parte dela mudou de lado e criou as milícias. A esquerda vê o marginal como um possível 'guerrilheiro', usa essa força repressora nas comunidades, a direita só agora apareceu esteve apática por muitos anos. Nosso Estado foi deteriorando e os sistemas faliram os políticos acusam a falta de educação, a educação aponta para a falta de segurança pública, tudo aponta para a desigualdade social e a economia, a solução da esquerda é a de Maduro, igualar todos na miséria e ter alguns paramilitares endinheirados se apropriando de tudo, a da direita, e a que mais eu acredito, é de entrar no mercado internacional, investir em empreendedorismo, espero que consiga. Mas algo vai acontecer para melhor, não temos mais espaço para erros.
O Caso Bernardo mostra que a ganância afeta todo mundo, os envolvidos são cidadãos com formação profissional e eram bem colocados no mercado, a corrupção toda também mostra as pessoas mais qualificadas tirando vantagens dos partidos e do estado com a corrupção, o caso Marieli mostra claramente o poder real das milícias e facções, os grupos armados que mandam nas comunidades.
Há ainda o ódio fomentado contra os religiosos e dos religiosos contra alguns grupos, entre si, algo que até pouco tempo não existia, o ódio religioso. A mídia fomenta o ódio as ideologias.
Então a hora é de mudar a retórica.
Gentileza gera gentileza, ódio gera ódio. Quado você encontrar uma pessoa olhe para ela como um igual , você não é melhor do que ela por sua ideologia, por sua religião ou seu ateísmo, porque tem uma determinada 'cultura' dominante, por sua condição financeira, por sua origem étnica, você é um igual.
Se você mudar o mundo muda.
Fernanda Blaya Figueiró
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