Eu gosto de nossa imprensa, mas acho que tem que mudar.
Hoje Bolsonaro não fez um pronunciamento em Davos, fez bem, seria usado o tempo de sua fala para a imprensa chafurdar na história de seu filho Flávio. Sim, se errou vai acertar as contas, pois é o que está na lei, agora se provar que é inocente terá que tocar a vida no Senado com a implicância da oposição que vai usar esse escândalo todo. Então ao COAF resta investigar movimentações de todos os senadores e deputados estaduais e federais, e mais da imprensa, do executivo de outros estados, do Judiciário, tem que ser geral. O que é uma 'movimentação financeira' suspeita, quem quebrou o sigilo das contas da Assembléia Legislativa do Rio e a mando de quem? É importantíssimo que o bom trabalho feito no Rio que colocou ex governadores e outras autoridades na cadeia continue.
O Presidente tem que falar sobre seus projetos e não sobre o filho, isso lembra o episódio durante as Olimpíadas, no Rio, em que os nadadores Norte Americanos se envolveram numa confusão. A cobertura jornalística tirou todo o brilho do evento que foi um dos mais fracos de todos os tempos em público.
A imprensa no Brasil tem que se repensar, é justo que façam com Bolsonaro o que fizeram a Dilma e Temer, e continuem com o clima de fim de mundo, então deles nada vai partir, os políticos terão que aprender a não cair em armadilhas e hoje Bolsonaro mostrou que está disposto a mudar de atitude.
Os Ministros devem fazer mais e falar menos, assim as notícias entram na 'normalidade', a projeção de ações tipo: iremos fazer isso... tem que ser substituída pela afirmação: o governo fez isso, ou decidiu assim, emitiu tal decreto, encaminhou proposta ao legislativo... Vamos focar também no que está funcionando, como o brasileiro está conseguindo viver, sem falsas 'notícias populistas' como o badalado projeto Fome Zero, ou a ideia vendida de que o Pré Sal seria a salvação da nação, essas coisas são nocivas, a propaganda vazia que existia e a 'maquiagem' de dados tem que ser enfrentada. Pesquisas só acredite nelas se forem realmente relevantes e com credibilidade, é preciso um diagnóstico verdadeiro da situação do Brasil, números de emprego, sub emprego, desemprego, trabalho voluntário, trabalho autônomo, o famoso bico, exploração de mão de obra infantil ou em condições análogas a escravidão, tudo isso deveria ser seriamente levantado sem ideologia e sem piorar ou melhorar o cenário conforme o interesse do momento.
Favelas, como lidar com elas? O que as pessoas que moram nestes aglomerados urbanos querem? Não sou, como muitos, contra as favelas, acho que foram se formando como a única opção de moradia para muitas pessoas e pela negligência dos municípios, estados e união que deixaram de criar habitação popular acessível e não pensaram no planejamento familiar, na geração de renda e emprego e permitem que esses enormes territórios vivam a marge da ação do estado. Os Sistemas de Segurança Pública, Planejamento, Saúde, Educação, Cultura, Esporte,Turismo, tem que estar em harmonia e a população favelada ter acesso a ruas, correio, segurança pública, educação, emprego, dentro da lei e da ordem. Há uma enorme energia financeira nestas comunidades que é desperdiçada.
Tudo muda e nossa imprensa parou no tempo, usa uma narrativa apocalíptica porque o povo gosta disso, porque vive isso e se acostumou a isso, mortes, violência, impunidade, alarmismo.
Jornalistas e escritores de esquerda assumidos deixei de ler ou ouvir, é cansativo, estou na minha bolha por um tempo, para mudar.
Acredite em mim isso funciona, houve um tempo em que participei de grupos mais 'ecológicos', na época era assim que eram chamados os ecos, ou verdes, como simpatizante, mas com o tempo algumas ideias começaram a ficar mais radicias e acabei não indo mais e todo o 'discurso' foi saindo do meu foco, com o Lulopetismo aconteceu o mesmo cheguei a votar em Lula lá no primeiro mandato e depois o 'discurso' do PT desmoronou.Em Dilma nunca votei mas apoiei o seu primeiro mandato até a copa terminar então pudemos lavar a roupa suja em casa e sem o olhar do Mundo.
Para o nosso país melhorar as pessoas precisam acreditar nele sem ilusões, as velhas colônias, os continentes velhos são bons, mas tem todos eles problemas também. Não há um mundo perfeito e outro destruído, há uma grande diferença sim, mas os índices podem melhorar, a desigualdade pode diminuir. mudando as favelas e bairros mais pobres por dentro, com regulamentação, com diálogo com as lideranças, com combate a facções e ao espaço ocupado pelo poder paralelo, com gestão dos ambientes e tendo a participação de todo a sociedade.
Agora estamos com a esperança que um governo mais liberal vai conseguir mudar as coisas, mas vai ser demorado, não tem milagre, a economia é um motor e se for ajustado ele vai funcionar bem.
A declaração do Presidente sobre o filho resolveu o assunto, a imprensa terá que mudar para ser parte da transformação do Brasil.
Estamos no Exterior, num fórum sobre economia e não é lugar de detonar o Brasil, que vai sim melhorar.
Tomara que o povo Venezuelano vença a terrível ditadura Maduro, para que a Venezuela receba em paz seus filhos, dentro de uma verdadeira democracia.
O Presidente tem que falar sobre seus projetos e não sobre o filho, isso lembra o episódio durante as Olimpíadas, no Rio, em que os nadadores Norte Americanos se envolveram numa confusão. A cobertura jornalística tirou todo o brilho do evento que foi um dos mais fracos de todos os tempos em público.
A imprensa no Brasil tem que se repensar, é justo que façam com Bolsonaro o que fizeram a Dilma e Temer, e continuem com o clima de fim de mundo, então deles nada vai partir, os políticos terão que aprender a não cair em armadilhas e hoje Bolsonaro mostrou que está disposto a mudar de atitude.
Os Ministros devem fazer mais e falar menos, assim as notícias entram na 'normalidade', a projeção de ações tipo: iremos fazer isso... tem que ser substituída pela afirmação: o governo fez isso, ou decidiu assim, emitiu tal decreto, encaminhou proposta ao legislativo... Vamos focar também no que está funcionando, como o brasileiro está conseguindo viver, sem falsas 'notícias populistas' como o badalado projeto Fome Zero, ou a ideia vendida de que o Pré Sal seria a salvação da nação, essas coisas são nocivas, a propaganda vazia que existia e a 'maquiagem' de dados tem que ser enfrentada. Pesquisas só acredite nelas se forem realmente relevantes e com credibilidade, é preciso um diagnóstico verdadeiro da situação do Brasil, números de emprego, sub emprego, desemprego, trabalho voluntário, trabalho autônomo, o famoso bico, exploração de mão de obra infantil ou em condições análogas a escravidão, tudo isso deveria ser seriamente levantado sem ideologia e sem piorar ou melhorar o cenário conforme o interesse do momento.
Favelas, como lidar com elas? O que as pessoas que moram nestes aglomerados urbanos querem? Não sou, como muitos, contra as favelas, acho que foram se formando como a única opção de moradia para muitas pessoas e pela negligência dos municípios, estados e união que deixaram de criar habitação popular acessível e não pensaram no planejamento familiar, na geração de renda e emprego e permitem que esses enormes territórios vivam a marge da ação do estado. Os Sistemas de Segurança Pública, Planejamento, Saúde, Educação, Cultura, Esporte,Turismo, tem que estar em harmonia e a população favelada ter acesso a ruas, correio, segurança pública, educação, emprego, dentro da lei e da ordem. Há uma enorme energia financeira nestas comunidades que é desperdiçada.
Tudo muda e nossa imprensa parou no tempo, usa uma narrativa apocalíptica porque o povo gosta disso, porque vive isso e se acostumou a isso, mortes, violência, impunidade, alarmismo.
Jornalistas e escritores de esquerda assumidos deixei de ler ou ouvir, é cansativo, estou na minha bolha por um tempo, para mudar.
Acredite em mim isso funciona, houve um tempo em que participei de grupos mais 'ecológicos', na época era assim que eram chamados os ecos, ou verdes, como simpatizante, mas com o tempo algumas ideias começaram a ficar mais radicias e acabei não indo mais e todo o 'discurso' foi saindo do meu foco, com o Lulopetismo aconteceu o mesmo cheguei a votar em Lula lá no primeiro mandato e depois o 'discurso' do PT desmoronou.Em Dilma nunca votei mas apoiei o seu primeiro mandato até a copa terminar então pudemos lavar a roupa suja em casa e sem o olhar do Mundo.
Para o nosso país melhorar as pessoas precisam acreditar nele sem ilusões, as velhas colônias, os continentes velhos são bons, mas tem todos eles problemas também. Não há um mundo perfeito e outro destruído, há uma grande diferença sim, mas os índices podem melhorar, a desigualdade pode diminuir. mudando as favelas e bairros mais pobres por dentro, com regulamentação, com diálogo com as lideranças, com combate a facções e ao espaço ocupado pelo poder paralelo, com gestão dos ambientes e tendo a participação de todo a sociedade.
Agora estamos com a esperança que um governo mais liberal vai conseguir mudar as coisas, mas vai ser demorado, não tem milagre, a economia é um motor e se for ajustado ele vai funcionar bem.
A declaração do Presidente sobre o filho resolveu o assunto, a imprensa terá que mudar para ser parte da transformação do Brasil.
Estamos no Exterior, num fórum sobre economia e não é lugar de detonar o Brasil, que vai sim melhorar.
Tomara que o povo Venezuelano vença a terrível ditadura Maduro, para que a Venezuela receba em paz seus filhos, dentro de uma verdadeira democracia.
Fernanda Blaya Figueiró
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