Uma pausa!

Uma pausa!

Emocionante a pausa ontem na cerimônia de homenagem ao armistício de paz que selou o fim da Iª Guerra Mundial, os 13 minutos mais ou menos da execução do Bolero de Ravel, uma das melhores composições de todos os tempos, foram emblemáticos. Trump, Merkel e Putin, Macron se destacaram mais pelo foco das lentes da imprensa do que por seus próprios méritos. O monumento ao soldado anônimo morto durante a guerra lembra todos os soldados mortos em conflitos, sejam militares ou civis, no Brasil por muitas décadas os soldados foram tidos como "O Mal", isso agora terá que ser vencido, pois temos um Presidente com formação militar. Soldados e seus superiores são parte das sociedades humanas, eles tem um lugar e um tipo de competência que precisa ser respeitada.
Os sinos dobraram pelo soldado anônimo morto em combate, os sinos dobraram pelo civil anônimo morto nas ruas, nos guetos, nas casas destruídas.
Vamos construir um futuro melhor para todos os migrantes e oprimidos, que em algum momento o mundo tome consciência de suas dores e acabe com seus conflitos,busque a Paz. Que a imagem dos soldados chegando seja a do alívio, não a do desespero.
Quem está lucrando com a miséria e a migração massiva? Esta é a questão atual, quem inviabilizou que as pessoas, os indivíduos que compões as massas de refugiados, vivessem em seus lares e fossem expulsos de seus locais de origem? Quem armou os bandidos, os déspotas, os inimigos da Humanidade na atualidade? O que pode ser feito para impedir que poucos tragam tormento, medo, fome e morte para muitos? Quais distorções precisam ser corrigidas?
Ontem naquela bela cerimônia lembrei de todas as más notícias dos últimos anos, aqui mesmo no Brasil.
Os sinos dobraram pelo soldado anônimo morto em combate, os sinos dobraram pelo civil anônimo morto nas ruas, nos guetos, nas casas destruídas.

Fim. O fim da primeira Grande guerra foi a 100 anos e parece que ela "guerra' migra, de um lugar para outro, tem essa velha senhora vida própria?Kali!Acalma-te, Kali!!

Fernanda Blaya Figueiró.

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