Mundo econômico está em movimento.
Trump mexeu no cenário mundial com a taxação da importação do aço e do alumínio, não sei se isso é bom ou ruim, mas movimentar o mercado é bom, coloca as empresas em estado de atenção. Ele pode, como em toda aposta, vencer ou perder empreendedorismo, ninguém coloca uma arma na cabeça do investidor e diz: "Você tem que criar os empregos que eu quero!" Empreendedorismo não é faroeste, as empresas vão talvez ceder em alguns aspectos e inventar outras formas de fugir da ferrugem, será que ele vai também flexibilizar regras trabalhistas, ou como gostam os economistas tornar o trabalho menos caro? O Brasil não sei se é diretamente envolvido se a taxação pode influir na nossa economia, estamos começando a sair da crise e os norte americanos criam uma outra? Com que intenção? Ele fala nos EUA como um país totalmente fracassado e falido, não sei se isso corresponde a realidade, ou é tudo mídia, já que é viciado em holofotes, mas deve ter alguma mente pensante articulando estas estratégias.
Como o Brasil pode se proteger de uma nova crise? Privatizando a Vale? Usando nosso aço bruto no mercado interno para fazer silos, criar um uso deste material com fábricas em Rio Grande por exemplo, cidade que foi sucateada pelo escândalo da Petrobras. Tem como usar o decreto de Trump para fortalecer nossa economia? Tem como usar o nosso aço aqui, fomentando boas iniciativas em parceria com a iniciativa privada saudável, nada de empresas de fachada para político engordar conta na Suíça.
Podemos comparar a taxação de agora a crise na Bolsa em 29? A jogada de Trump é um Tsunami ou uma Marolinha? Tem o objetivo de atingir os países pobres? Agora, para os desempregados, o jeito é ir para os EUA que lá vai ter muito emprego, com altos salários... Se alguém está pensando em migrar é a hora.
Fernanda Blaya Figueiró.
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