Feminismo Populista?
Parte do Movimento Feminista etá radical e populista, não sei se há um Movimento Feminista,ou se há várias correntes diversificadas, com ideologias diferentes. Ontem escrevi um comentário no Facebook sobre as críticas que uma famosa atriz francesa recebeu por falar sobre o assunto.
"Então, deixa eu pensar, Brigitte Bardot não pode ter uma ideia própria? Se ela pensar diferente do Feminismo mais forte ela imediatamente se torna Burra? As Francesas acabam de provar o que venho já a algum tempo defendendo o Feminismo é mais um Populismo como outro qualquer... Amo Brigitte e Oprah e não as vejo como inimigas, apenas com a diversidade comum ao pensamento livre, aberto, democrático. Ela é admirável, minha primeira gatinha tinha seu nome, porque é um ícone que soube se livrar do estigma de um só padrão de beleza. Pode falar a vontade,Brigitte: "Toda a Unanimidade é burra"Nelson Rodrigues já dizia. Há sim casos horrendos, abuso e devem ser punidos, mas nem tudo é crime contra a mulher. Parabéns!!"
Resolvi desenvolver brevemente essa ideia, o assunto está ainda em voga, para mim já parece jornal lido, notícia de ontem.
O Populismo é um fenômeno de manipulação das massas e doutrinação, isso pode acontecer com qualquer ideologia, em qualquer país e envolvendo qualquer grupo, pode por tanto contaminar o feminismo, que está se tornando uma força importante.
Este ano uma ativista feminista ucraniana praticou um atentado ao Presépio, no Vaticano, usou a nudez parcial para ofender um dos símbolos do Cristianismo e principalmente da Igreja Católica Apostólica Romana, a representação da cena de nascimento de Jesus, em pleno Natal, que não existiria sem esse nascimento. Ela tentou roubar o menino Jesus e usou a frase "Deus é Mulher". Olhem que coisa complexa, este ato é igual aos terroristas que usam a frase "Alá ..." não recordo a frase literal, mas usam o nome de Alá para oprimir as outras manifestações religiosas, a liberdade de expressão e de cultura, tentando impor sua fé a força. Não sei o que aconteceu a esta ativista que fez o atentado no Vaticano. Ela pode e tem todo o direito de crer que Deus é Mulher, mas isso não dá o direito a ela de invadir um local sagrado para outras pessoas. Se para ela Deus é Mulher ela pode criar a Igreja Deus é Mulher, ou como existe em cultos mais antigos adorar A Deusa, como na religião Wicca , ou as Deusas todas da Antiguidade. Pode criar uma mitologia, eu até tenho um texto em que Deus é uma Mulher é a chamo de Ciência, é uma brincadeira com a idolatria de algumas pessoas pela ciência. Essa ativista não pode roubar um símbolo religioso por puro fanatismo.
Na atual polêmica entre as norte americanas e o movimento de empoderamento das mulheres, e as francesas defendendo uma maior liberdade nos relacionamentos, principalmente no meio artístico, o assunto virou uma disputa pela "palavra final", talvez a carta assinada por alguma mulheres não represente a opinião de toda as mulheres francesas, isso pode ter sido um dos problemas do documento, falar em nome de uma nação, mas a carta é assinada, logo tem autoria, mesmo sendo aberta, dirigida a todas as pessoa é a ideia de um grupo de cem mulheres, não necessariamente feministas. Tudo isso levanta uma questão: como é o movimento feminista na atualidade e como é visto o direito das mulheres de se identificarem ou não, com este movimento, ou de não concordar com tudo nele.
Trump é um populista e está sendo confrontado por movimentos diversos entre eles o "me too movement" , ou seja entre seus pares, pois é um homem da mídia, há uma enorme massa unida por um objetivo que é rebater seu discurso e exigir respeito e representatividade, representada pela popular Oprah, que fez um discurso bonito, forte e político, mas que deve ter o cuidado de não cair nas armadilhas do populismo ou seja: usar seu magnetismo pessoal para formar uma massa de seguidores acrítica, fundamentalista e furiosa. Como fazer isso, permitindo a livre expressão, permitindo que homens e mulheres discutam os assuntos, tenham opiniões diversas e até antagônicas, a possibilidade de flexibilizar os conceitos, ouvir o outro, mesmo que o discurso dele não seja tão "moderno", "evoluído" como o seu, porque as pessoas devem se sentir parte de uma discussão, de um momento histórico, não parte de um rebanho. Rebanhos tendem a repetir erros do passado, como o fanatismo.
Esse é um texto chato, que vai incomodar, não segue o fluxo, se coloca como contra fluxo, como resistência, não é a favor do machismo, mas também não é a favor do feminismo, é pela liberdade de pensamento, mesmo um pensar mais orgânico e intuitivo. E é meu pensar, só isso.
Fernanda Blaya Figueiró
O Populismo é um fenômeno de manipulação das massas e doutrinação, isso pode acontecer com qualquer ideologia, em qualquer país e envolvendo qualquer grupo, pode por tanto contaminar o feminismo, que está se tornando uma força importante.
Este ano uma ativista feminista ucraniana praticou um atentado ao Presépio, no Vaticano, usou a nudez parcial para ofender um dos símbolos do Cristianismo e principalmente da Igreja Católica Apostólica Romana, a representação da cena de nascimento de Jesus, em pleno Natal, que não existiria sem esse nascimento. Ela tentou roubar o menino Jesus e usou a frase "Deus é Mulher". Olhem que coisa complexa, este ato é igual aos terroristas que usam a frase "Alá ..." não recordo a frase literal, mas usam o nome de Alá para oprimir as outras manifestações religiosas, a liberdade de expressão e de cultura, tentando impor sua fé a força. Não sei o que aconteceu a esta ativista que fez o atentado no Vaticano. Ela pode e tem todo o direito de crer que Deus é Mulher, mas isso não dá o direito a ela de invadir um local sagrado para outras pessoas. Se para ela Deus é Mulher ela pode criar a Igreja Deus é Mulher, ou como existe em cultos mais antigos adorar A Deusa, como na religião Wicca , ou as Deusas todas da Antiguidade. Pode criar uma mitologia, eu até tenho um texto em que Deus é uma Mulher é a chamo de Ciência, é uma brincadeira com a idolatria de algumas pessoas pela ciência. Essa ativista não pode roubar um símbolo religioso por puro fanatismo.
Na atual polêmica entre as norte americanas e o movimento de empoderamento das mulheres, e as francesas defendendo uma maior liberdade nos relacionamentos, principalmente no meio artístico, o assunto virou uma disputa pela "palavra final", talvez a carta assinada por alguma mulheres não represente a opinião de toda as mulheres francesas, isso pode ter sido um dos problemas do documento, falar em nome de uma nação, mas a carta é assinada, logo tem autoria, mesmo sendo aberta, dirigida a todas as pessoa é a ideia de um grupo de cem mulheres, não necessariamente feministas. Tudo isso levanta uma questão: como é o movimento feminista na atualidade e como é visto o direito das mulheres de se identificarem ou não, com este movimento, ou de não concordar com tudo nele.
Trump é um populista e está sendo confrontado por movimentos diversos entre eles o "me too movement" , ou seja entre seus pares, pois é um homem da mídia, há uma enorme massa unida por um objetivo que é rebater seu discurso e exigir respeito e representatividade, representada pela popular Oprah, que fez um discurso bonito, forte e político, mas que deve ter o cuidado de não cair nas armadilhas do populismo ou seja: usar seu magnetismo pessoal para formar uma massa de seguidores acrítica, fundamentalista e furiosa. Como fazer isso, permitindo a livre expressão, permitindo que homens e mulheres discutam os assuntos, tenham opiniões diversas e até antagônicas, a possibilidade de flexibilizar os conceitos, ouvir o outro, mesmo que o discurso dele não seja tão "moderno", "evoluído" como o seu, porque as pessoas devem se sentir parte de uma discussão, de um momento histórico, não parte de um rebanho. Rebanhos tendem a repetir erros do passado, como o fanatismo.
Esse é um texto chato, que vai incomodar, não segue o fluxo, se coloca como contra fluxo, como resistência, não é a favor do machismo, mas também não é a favor do feminismo, é pela liberdade de pensamento, mesmo um pensar mais orgânico e intuitivo. E é meu pensar, só isso.
Fernanda Blaya Figueiró
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