Massacrantes escândalos nas Cortes Decadentes
Nem prestei atenção na delação de Funaro, ou tentei entender o blábláblá do STF e da Câmara, a verdade é que esse pessoal exauriu a paciência do povo. Reformas importantes como a da previdência ficaram par trás e a Política foi um fiasco. Cansativo isso, os funcionários públicos, os sindicatos, os partidos de esquerda, e aposentados da iniciativa privada, não só aqui no Brasil, projetaram um futuro maravilhoso para si mesmos e jogaram a conta pesada de mais para a juventude isso estagnou a sociedade, os jovens trabalhadores ganham muito menos do que muitos aposentados, não tem geração de renda suficiente para sustentar as aposentadorias e pensões milionárias do alto funcionalismo público , os benefícios que eles tem. Enquanto para a maioria dos aposentados o salário mínimo não cobre as despesas e ainda quando cobre é usado para ajudar os jovens que estão sem empregos e sem perspectivas. Aqui no Rio Grande do Sul os professores estão mais uma vez em greve, mecanismo que usam direto para pressionar aumentos de salário no passado e agora para protestar pelo parcelamento, os governadores e parlamentares para continuarem com o cargo e vivendo ricamente da política acabam cedendo e a Educação virou só isso uma briga entre governo e funcionalismo, os alunos são só fonte de renda, a escola deixou de existir para educar, ela existe para que algumas pessoas tenham força política, algumas escolas brigam por alunos para poder receber recursos da União, do Fundo de Educação, livros bons, muitas vezes nunca usados são descartados para que se possa comprar novos e com isso alimentar as “editoras”, ou seja superfaturar, merenda também ,reformas inúteis para que alguns larápios disfarçados de empreiteiros ganhem uma “beiradinha”, enquanto as reformas realmente necessárias não acontecem.
Realmente o futuro projetado pelos atuais trabalhadores próximos da aposentadoria virou uma utopia, mas muito porque não foi sendo ajustado ao longo dos anos, pela ineficiência do Legislativo, porque os políticos olham para sua cadeira só como fonte de renda, uma forma de estar no comando e conseguir muita, muita propina e pixuleco. O funcionalismo só pensa em si mesmo e como se acha mal remunerado não faz sua parte, que seria dar o suporte para que a sociedade, pela livre iniciativa, gerasse renda e emprego.
Não adianta chorar pelo leite derramado a economia mudou e o Brasil ficou na Era Vargas, a interminável Era Vargas. A juventude não tem como carregar nas costas a ilusão de “socialismo moreno”, porque acabou o dinheiro. Sem dinheiro não se faz dinheiro .
Aos poucos a crise econômica está passando e os Palhaços do Executivo,Legislativo, Judiciário e da Imprensa continuam com seus joguetes importunando, como se quisessem para perpetuar suas “Cortes Decadentes” que o povo permaneça na miséria.
Quem quer viver o comunismo mude-se para a Venezuela, para Cuba, China ou Coréia do Norte. Seja Feliz, aqui quero, eu pelo menos, um fortalecimento da livre iniciativa, com fomento a juros baixos, verdadeiro mercado livre, sem a falsidade de empresas de fachada para engordar políticos com propina, um funcionalismo público enxuto e eficiente.
Fernanda Blaya Figueiró
Nem prestei atenção na delação de Funaro, ou tentei entender o blábláblá do STF e da Câmara, a verdade é que esse pessoal exauriu a paciência do povo. Reformas importantes como a da previdência ficaram par trás e a Política foi um fiasco. Cansativo isso, os funcionários públicos, os sindicatos, os partidos de esquerda, e aposentados da iniciativa privada, não só aqui no Brasil, projetaram um futuro maravilhoso para si mesmos e jogaram a conta pesada de mais para a juventude isso estagnou a sociedade, os jovens trabalhadores ganham muito menos do que muitos aposentados, não tem geração de renda suficiente para sustentar as aposentadorias e pensões milionárias do alto funcionalismo público , os benefícios que eles tem. Enquanto para a maioria dos aposentados o salário mínimo não cobre as despesas e ainda quando cobre é usado para ajudar os jovens que estão sem empregos e sem perspectivas. Aqui no Rio Grande do Sul os professores estão mais uma vez em greve, mecanismo que usam direto para pressionar aumentos de salário no passado e agora para protestar pelo parcelamento, os governadores e parlamentares para continuarem com o cargo e vivendo ricamente da política acabam cedendo e a Educação virou só isso uma briga entre governo e funcionalismo, os alunos são só fonte de renda, a escola deixou de existir para educar, ela existe para que algumas pessoas tenham força política, algumas escolas brigam por alunos para poder receber recursos da União, do Fundo de Educação, livros bons, muitas vezes nunca usados são descartados para que se possa comprar novos e com isso alimentar as “editoras”, ou seja superfaturar, merenda também ,reformas inúteis para que alguns larápios disfarçados de empreiteiros ganhem uma “beiradinha”, enquanto as reformas realmente necessárias não acontecem.
Realmente o futuro projetado pelos atuais trabalhadores próximos da aposentadoria virou uma utopia, mas muito porque não foi sendo ajustado ao longo dos anos, pela ineficiência do Legislativo, porque os políticos olham para sua cadeira só como fonte de renda, uma forma de estar no comando e conseguir muita, muita propina e pixuleco. O funcionalismo só pensa em si mesmo e como se acha mal remunerado não faz sua parte, que seria dar o suporte para que a sociedade, pela livre iniciativa, gerasse renda e emprego.
Não adianta chorar pelo leite derramado a economia mudou e o Brasil ficou na Era Vargas, a interminável Era Vargas. A juventude não tem como carregar nas costas a ilusão de “socialismo moreno”, porque acabou o dinheiro. Sem dinheiro não se faz dinheiro .
Aos poucos a crise econômica está passando e os Palhaços do Executivo,Legislativo, Judiciário e da Imprensa continuam com seus joguetes importunando, como se quisessem para perpetuar suas “Cortes Decadentes” que o povo permaneça na miséria.
Quem quer viver o comunismo mude-se para a Venezuela, para Cuba, China ou Coréia do Norte. Seja Feliz, aqui quero, eu pelo menos, um fortalecimento da livre iniciativa, com fomento a juros baixos, verdadeiro mercado livre, sem a falsidade de empresas de fachada para engordar políticos com propina, um funcionalismo público enxuto e eficiente.
Fernanda Blaya Figueiró
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