Poema-piada O coletor de dívidas prescritas

O coletor de dívidas prescritas
Há em nossa sociedade uma particularidade:
A prescrição das dívidas, incluindo as históricas.
Os poderosos do momento sabem disso, usam como artifício, protelar e protelar
Diz o dito popular:
“As dívidas velhas não pago, as novas deixo ficarem velhas” Mas, esses velhacos perdem o crédito. Com o tempo as velhas contendas caem no esquecimento e nada é cobrado, mas ninguém mais lhes dá o aval.
Lula auto denominado Jararaca, a quem, segundo ele mesmo, ninguém golpeia, está usando a fragilidade da lei para se lançar ao cargo de presidente em 2018 só para ganhar tempo e assim fugir da Justiça e sua espada. Não quer pagar o alto custo que a corrupção de seu governo causou aos cofres públicos, a profunda crise financeira que levou o Brasil a beira de um precipício, não quer pagar pela mortandade feita pelo crime organizado, pela miséria que atirou o povo no colo da bandidagem, na falta de emprego, o emprego nas bocas, a semi escravatura nas vendas ilegais de tudo que é ilegal. O trabalho por troca de um pão.
A Justiça está demorando, porque é demorado mesmo o processo todo, e nisso Lula e sua turma jogam na cara do povo o descaso com as eleições do ano que vem. Pão e Circo, quentinhas e Propaganda Gratuita na TV, Lula só quer nadar no seu dinheiro, como fez nos últimos anos. Temer, pela lei, não pode ser agora julgado, vai esperar... Prescrição!! Quando nos livrarmos dele, vai cair num ostracismo, tomara.


- Alto aí!! Quem vem lá??
-Olhe bem, senhor, sou eu!!
- 2018!! És tu???
- Sim!! Viva a República!!
-Passe!! Não é possível deter um Ano, que venha!! Que venha, 2018!!
O que trazes? Bom amigo!!
- Trago uma promessa de democracia, um saco de gatos e um canhão!!
- Canhão?? Deixe as armas na porta, por favor!!
- E a guerra ao ópio, mais antigo amigo/inimigo do homem?
- Traga o Canhão, então!! Estás muito carregado, deixa então o saco...
- Os gatos combatem os ratos...
- Traga o saco, então!! É pesado o fado, deixa a promessa.
- Sem a promessa eu não serei um ano, serei uns vinte mais ou menos
- Passa, amigo, passa que te ajudo com a carga...

Fernanda Blaya Figueiró




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