Exercitando o poetar
“Não é preciso que me digas
Se tem alguém atrás da porta
Esperando pra atacar
E cumprir a armadilha” Nelson Coelho de Castro
Gosto de, quando em vez, brincar com a palavra alheia
As portas estão se fechando novamente
Como num ciclo parte da humanidade está dando o salto no desconhecido e
Parte volta, volta, volta em busca do conhecido
Eu? As vezes acho que sou ET, Em outras que sou a Terra
Ela, eu estamos mudando rapidamente
Muito estranhamente meu medo foi embora, como a água recuada do mar,
Que vai inundar outro lugar
Tudo neste ano difícil começou há muito tempo com a fenda na Antártida
E tem a mão do homem e não tem a mão do homem
Vento, furacão, vontade de guerrear
Quantos... quantos anos eu não ouvia esse poeta?
E se a Terra termina? Nós com ela mudamos de roupa
Que medo sem sentido esse de bomba...
Se vim vadiar? Alguns momentos sim, noutros labutar,
Minha labuta é palavra e sonho
Para muita gente é vadiar, cada um pensa o que quer
As portas estão se fechando novamente
Como num ciclo parte da humanidade está dando o salto no desconhecido e
Parte volta, volta, volta em busca do conhecido
Eu? As vezes acho que sou ET, Em outras que sou a Terra
Ela, eu estamos mudando rapidamente
Muito estranhamente meu medo foi embora, como a água recuada do mar,
Que vai inundar outro lugar
Tudo neste ano difícil começou há muito tempo com a fenda na Antártida
E tem a mão do homem e não tem a mão do homem
Vento, furacão, vontade de guerrear
Quantos... quantos anos eu não ouvia esse poeta?
E se a Terra termina? Nós com ela mudamos de roupa
Que medo sem sentido esse de bomba...
Se vim vadiar? Alguns momentos sim, noutros labutar,
Minha labuta é palavra e sonho
Para muita gente é vadiar, cada um pensa o que quer
O Fim do Mundo no calendário Maia não veio
Nem as bombinhas de Coréia e EUA vão trazer o fim do mundo
Um dia o dia termina e trememos de medo
Mas há um terminar individual, um apagar de luzes solitário e a cada
Momento tem alguém enfrentando a dita sorte
E pode haver um coletivo e simultâneo
Há muitas mortes numa só vida e muita vida numa só morte...
Deixem as crianças brincarem mais
Não contem tão cedo sobre as portas abertas e fechadas
Sobre a armadilha, as armadilhas...
Deixem os sonhos ocuparem o lugar dos medos.As Crianças sabem muito mais do que supomos.
Um pouquinho, depois voltem a assombrar a humanidade
Vamos rir de quem mandou fechar as portas do
Museu e sua lâmina fria afiada em forma de língua
Língua política
Ontem a polícia descobriu uma menina de 8 anos com HPV,
Vinha ela sendo abusada a seis meses: isso é grave
Isso é preciso ser combatido, a representação disso é só para o entendimento
Quando o jovem protagonista de Moolight perguntou ao amigo ( sem preconceito de ele ser um terrível traficante, que teve morte de traficante) era um modelo masculino que ele tinha ao seu dispor: O que é um Gay(não recordo o termo do filme)? Um viado? Tinha ele a idade do menino do Museu. “É um jeito das pessoas fazerem os outros se sentirem mal”. A surra que ele leva por ser “criança viada”, a perseguição que o faz reagir e quase matar e tornar-se um Traficante, por ser o único ser azul que ele conhecia.Isso a arte representa bem, para que a armadilha se desfaça e o beijo na lâmina fria seja evitado, transformado, entendido.
A menina de 8 anos vai ter idiota dizendo que ela “provocou’, que usava saia curta, que teve “Culpa”... Isso é muito grave e tem que ser combatido.Vão chamar na escola de putinha, de assanhada, de vagabunda, de criança viada, de gorda ou de magra, de fedorenta ou de maltrapilha, de insultos e apelidos denegridores. Um dia o fim do mundo vem talvez para ela cedo de mais ou talvez leve essa sujeira até o centenário ou mais longe ainda.
Padres pedófilos existem em todas as igrejas, políticos corruptos em todos os partidos, loucos e mercenários em todas as etnias, jogue agora suas pedras em Madalena. Pense o que dizia seu Mestre, seja ele quem for...
Somos todos perfeitos e imperfeitos e não é nada fácil romper nossas ilusões... Mea Culpa, mea culpa, mea tão grande culpa... Eu já duvidei de minha crença, da minha religão, hoje ando sozinha na fé,tenho a minha própria e única fé. Mas nunca da Existência de Deus, só do Ser Humano duvido e “sou um” então duvido o tempo inteiro.
Nem as bombinhas de Coréia e EUA vão trazer o fim do mundo
Um dia o dia termina e trememos de medo
Mas há um terminar individual, um apagar de luzes solitário e a cada
Momento tem alguém enfrentando a dita sorte
E pode haver um coletivo e simultâneo
Há muitas mortes numa só vida e muita vida numa só morte...
Deixem as crianças brincarem mais
Não contem tão cedo sobre as portas abertas e fechadas
Sobre a armadilha, as armadilhas...
Deixem os sonhos ocuparem o lugar dos medos.As Crianças sabem muito mais do que supomos.
Um pouquinho, depois voltem a assombrar a humanidade
Vamos rir de quem mandou fechar as portas do
Museu e sua lâmina fria afiada em forma de língua
Língua política
Ontem a polícia descobriu uma menina de 8 anos com HPV,
Vinha ela sendo abusada a seis meses: isso é grave
Isso é preciso ser combatido, a representação disso é só para o entendimento
Quando o jovem protagonista de Moolight perguntou ao amigo ( sem preconceito de ele ser um terrível traficante, que teve morte de traficante) era um modelo masculino que ele tinha ao seu dispor: O que é um Gay(não recordo o termo do filme)? Um viado? Tinha ele a idade do menino do Museu. “É um jeito das pessoas fazerem os outros se sentirem mal”. A surra que ele leva por ser “criança viada”, a perseguição que o faz reagir e quase matar e tornar-se um Traficante, por ser o único ser azul que ele conhecia.Isso a arte representa bem, para que a armadilha se desfaça e o beijo na lâmina fria seja evitado, transformado, entendido.
A menina de 8 anos vai ter idiota dizendo que ela “provocou’, que usava saia curta, que teve “Culpa”... Isso é muito grave e tem que ser combatido.Vão chamar na escola de putinha, de assanhada, de vagabunda, de criança viada, de gorda ou de magra, de fedorenta ou de maltrapilha, de insultos e apelidos denegridores. Um dia o fim do mundo vem talvez para ela cedo de mais ou talvez leve essa sujeira até o centenário ou mais longe ainda.
Padres pedófilos existem em todas as igrejas, políticos corruptos em todos os partidos, loucos e mercenários em todas as etnias, jogue agora suas pedras em Madalena. Pense o que dizia seu Mestre, seja ele quem for...
Somos todos perfeitos e imperfeitos e não é nada fácil romper nossas ilusões... Mea Culpa, mea culpa, mea tão grande culpa... Eu já duvidei de minha crença, da minha religão, hoje ando sozinha na fé,tenho a minha própria e única fé. Mas nunca da Existência de Deus, só do Ser Humano duvido e “sou um” então duvido o tempo inteiro.
Fernanda Blaya Figueiró
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