Geração “bolsa família”: os filhos do populismo bolivariano Lulopetista.

Geração “bolsa família”: os filhos do populismo bolivariano Lulopetista.
Ontem dois marginais invadiram o terminal de embarque do Aeroporto Salgado Filho, sem medo algum de repressão se misturaram entre as pessoas e ao avistarem o alvo atiraram, saíram e fugiram em um carro roubado. Tudo porque a vítima se envolveu com “mulher de bandido”, provavelmente uma jovem que vive prisioneira do tráfico e que não tem o direito de ir e vir, de sair do mundo do crime. As comunidades estão vivendo assim, ou fazem o que o crime quer ou morrem. Essa é a geração “bolsa família”, jovens que cresceram desacreditados, o auxílio do governo que deveria levar a emancipação criou uma distorção: a falta de esperança, miséria só gera miséria. A esquerda bolivariana apostou no tráfico de drogas, no contrabando, na propina como motor da economia? Temos uma geração de seres que são vistos como inferiores e descartáveis? Essa geração que agora deveria estar ingressando no mercado de trabalho,gerando a riqueza para o pagamento das aposentadorias de quem pagou por anos o sustento dos mais velhos  está sendo dizimada, os envolvidos com o mundo das drogas se tornaram uma ameaça aos que querem levar a vida dentro da lei. A tão odiada pela intelectualidade de esquerda “meritocracia”, acabou, foi substituída pela dependência do estado e pela falta de qualificação. Agora eles falam em fim dos direitos de herança, perguntem a Lula se ele vai distribuir entre os pobres a riqueza que adquiriu durante os anos que esteve dilapidando a economia do Brasil? Não, os políticos fizeram de tudo para acumular riqueza indevida e não pagar impostos, na forma de Fundações, Trusts e outros trastes, a atual Pirataria, saqueia a energia do Estado para o bolso de uns e outros . A esquerda bolivariana populista criou esta paisagem que estamos vendo: uma geração desacreditada, mal preparada, dependente e cujas vidas valem muito pouco. Sobrarão os velhos, as crianças e as mulheres, como nas antigas tribos dizimadas por guerras? Nada acontece de graça tudo é uma relação entre causa e efeito, deixaram a sociedade degringolar, agora a única forma de voltar a “normalidade” é através de uma forte repressão policial ao crime, retomar o controle das cadeias e talvez até a sociedade tenha que repensar até a 'pena de morte", algo que os Estados Unidos nunca deixou de ter, mas que cobra que o resto do mundo não tenha. Tomara que não, que a sociedade cure suas feridas e retome o crescimento econômico equilibrado, a geração de renda e emprego, a melhor forma de distribuir renda é através do trabalho, que gera riqueza, do empreendedorismo. Enquanto essa distorção populista continuar não teremos esperança. A empresa, o empregado, o produto e o mercado tem que entrar em harmonia, ser como alguns contra a Classe Média, ou contra a existência de Ricos, só vai gerar mais miséria, mais violência e desespero. Se a população empreendedora for embora, se os ricos levarem sua riqueza consigo, a população que ficar vai viver a miséria,o medo, a morte violenta e prematura.
Não sei se essa moça que foi pivô do assassinato no aeroporto está viva, mas ela é um símbolo do que a população pobre está vivendo, aprisionada pelo tráfico de drogas e por violentas gangues de marginais. Pensei muito antes de escrever isso, as pessoas estão com muito medo e esse medo está permitindo que a bandidagem tome conta. Eles não vão calar o povo, é preciso, e a polícia vem fazendo isso, enfrentar essa onda de barbárie e violência desenfreada com repressão. Porto Alegre e todo o Estado estão vivendo como as cidades colombianas do tempo do marginal Pablo Escobar, mas isso vai passar e voltaremos a crescer e a sonhar.
Fernanda Blaya Figueiró

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