Estados firmaram um bom acordo para sair da crise.

Estados firmaram um bom acordo para sair da crise.


Os Estados do Brasil firmaram acordo com o Governo Federal, terão seis meses de folga e o alongamento da dívida com juros, pelo que entendi, mais baixos. Agora chega de choradeira, vamos colocar a folha de pagamento em dia, congelar aumentos até que a receita volte a crescer e tornar o Estado do Rio Grande do Sul competitivo para o desenvolvimento econômico, sem gastança exagerada e principalmente sem corrupção, porque a Dívida do Estado foi aprofundando ao longo de anos por má gestão, superfaturamentos e utilização errada do Erário Público
Os professores precisam entender que agora não terão aumento, se querem continuar em greve, paciência, será um período de perca de tempo de aprendizado das crianças, problemas para as famílias que não tem onde deixar os filhos, descaso total com o ensino, porque as “aulas recuperadas” são na verdade uma palhaçada, não tem o objetivo de recuperar nada, só cumprir calendário. Ou o objetivo ao longo dos anos de descaso é só cumprir tabela? Já que o campeonato, ensinar, está mesmo perdido. Como nosso Estado pode sair da crise e retomar o crescimento? Esses seis meses serão fundamentais para que o governador Ivo Sartori diga a que veio, espero que governe bem e que não se preocupe com as próximas eleições, faça o que tem que ser feito, com a participação do Legislativo, para que o Rio Grande do Sul tenha base para crescer e uma legislação forte, que não permita que esse nível de endividamento volte a acontecer no futuro. Se os governantes, em seus quatro anos, conseguissem agir dentro da lei e obedecessem as diretrizes não teria como, um ou outro partido, em chegando ao poder, utilizar a máquina pública para enriquecimento ilícito. Se os mecanismos de proteção e fiscalização do Estado fossem autônomos, com funcionários concursados e não cabides de empregos ( cargos de confiança, cabos eleitorais disfarçados), também tudo funcionaria melhor e não teríamos chegado a essa situação, pelo menos não tão grave. Funcionários concursados ou não, que invadirem prédios públicos, abusarem do direito de greve, destruírem patrimônio que sejam exonerados, porque não merecem os cargos que ocupam, que pertencem a comunidade e não a sindicatos e as manifestações de desagrado são um direito se acontecerem dentro da lei. Aos poucos as coisas estão começando a dar certo, então é hora de dar chance ao brasileiro de ter esperança. No caso das escolas pensei que o Governo do Estado poderia fazer, como aconteceu no cadastramento biométrico, uma parceria com as forças armadas e ter nas escolas públicas a presença de militares para ajudar na disciplina, na manutenção das escolas, no controle da presença do funcionalismo e dos alunos, ter uma ação nas famílias que deixam de lado a educação dos filhos com visitas as casas, reuniões. Para sair da crise a participação da comunidade é fundamental, com palestras sobre profissões, motivação de pais, convênios com ONG e Universidades, de como tirar a educação do fundo do poço e do monopólio do funcionalismo que está cansado, desanimado, desiludido... A escola só vai voltar a ter valor na hora que a comunidade, as famílias, os funcionários e os alunos entenderem sua importância como resgate do Ser Humano, enquanto for um fardo para todos continuará pesada e inútil. Um pouco de retórica, de sonho, de alegria pode ir melhorando o cenário. O esforço da comunidade com as crianças tem o objetivo de dar a elas condições de competir e de se preparar para a vida e o mercado de trabalho, se continuar abandonada o futuro dos alunos fica prejudicado e com ele o de uma comunidade forte que poderá sustentar os idosos, aposentados e gerar emprego e renda para a juventude. A crise geral só vai terminar com a força motriz da sociedade, retomando segurança pública, saúde, empreendedorismo, etc.


Fernanda Blaya Figueiró 

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