Trabalho, trabalhador, empreendedor, financiador, empregador uma nova relação nasce.


Trabalho, trabalhador, empreendedor, financiador, empregador uma nova relação nasce.
O trabalho na atualidade está evoluindo para um novo conceito o tempo de proletariado, sindicatos, pode estar acabando. Eles, os sujeitos todos do título, nos dias de hoje, de mudanças na forma de empreendedorismo criada por jovens do meio da tecnologia, são parceiros todos são parte da empresa e por tanto responsáveis por sucessos e fracassos. Não foram só as divisórias que caíram nas empresas deste modelo, foi todo um conjunto de hierarquia que o trabalhador mais antigo precisa aprender a lidar. Os novos governantes terão também que evoluir e perceber como planejar o bem estar da maioria colocando a energia dos impostos a serviço do desenvolvimento. Pior do que a corrupção ou parte fundamental dela é a exaustiva burocracia que o Brasil vive. Como se ainda estivesse no tempo do selo imperial. Os impostos não dão o devido retorno ao cidadão porque grande parte é consumida na manutenção da burocracia, ela perdeu a capacidade de organizar o estado e virou um empecilho ao crescimento econômico. Qual o tipo de empreendedorismo que dá certo na atualidade do Brasil? Essa é uma questão importantíssima para não colocar energia e dinheiro bom em negócios já ultrapassados.
O escândalo “Panamá Papers” será o marco do fim da globalização, desta migração de capital pelo mundo com o único intuito de lucrar cada vez mais. A volta a “tribo” será saudável para o crescimento da economia. Conceito este que também vai ter que ser modernizado. Fortalecimento econômico, geração de renda e emprego podem se tornar mais importantes do que crescimento apenas. O FIB pode se tornar tão importante quanto o PIB. Parâmetros mais amplos de medição também, porque as soluções não são iguais, as necessidades também não. Uma criança brasileira pode estar feliz e bem mesmo tendo poucas coisas como uma bola e um campinho, uma tarde no Circo. Nos criamos assim, inventamos o melhor. Gerar o suficiente para todos é possível e para isso talvez não precise limitar as grandes fortunas. Deixa que existam em seus mundos fechados, mas que eles paguem na forma de impostos parte desta energia para combater a miséria através do emprego e não do assistencialismo. Miséria gera violência, logo gera prejuízo. Um mundo mais seguro para a maioria pode ser lucrativo para as grandes fortunas e para corporações. São apenas ideias aparecendo no front.
Fernanda Blaya Figueiró

Comments