Armas??

Armas??

Há uma grande e polêmica discussão sobre o direito ou não da população ter armas, principalmente nos EUA onde vários atentados já ocorrerem em escolas, universidades, aqui no Brasil já houve até um referendo sobre o assunto. Agora na França ficou mais uma vez evidente que “bandidos são bandidos”, as pessoas vão dizer que o discurso da luta do bem contra o mal já foi superado, que ninguém nasce bandido, que o meio é que os faz serem quem são ou quem se tornaram. Não acredito! O mal e o bem continuam existindo, usar uma arma para matar é coisa de bandido. Isso mostra que o cidadão de bem pode sim se proteger. Mais uma vez é a minha opinião, o leitor tem o direito de discordar. Se o cidadão do bem ficar totalmente desarmado o cidadão do mal irá saber que dificilmente seus atos serão combatidos. Paradoxalmente as armas mantém a paz e os estado de direito. Esses terroristas são pessoas muito más, que delinqüem desde pequenos, que se juntam a uma “guerrilha” pelo prazer e pela possibilidade de matar, Deus não tem nada com isso, aqui no Brasil entrariam para o tráfico de drogas, ou gangues de assaltantes, aplicariam pequenos golpes até irem para a cadeia, o cemitério ou a viverem de forma clandestina. Essas pessoas buscam o poder a qualquer preço, ninguém os detém. Os governos vão ter que se preparar para combater o crime sem criar sociedades autoritárias, os artistas foram alvos como sempre são ao longo da história, quantos poetas, músicos, escritores, artistas plásticos foram mortos por dizer o que ninguém quer ouvir? Ou por simplesmente existirem? Que mistério e perigo a arte esconde? Eles cruzaram as linhas imaginárias e pagaram o preço de sua ousadia, certamente fariam tudo novamente, não apagariam um só traço de sua escrita ou desenho, também eram incombatíveis e vão se multiplicar. Só quem pode por fim a essa maluquice são os muçulmanos, eles vão ter que defender sua religião do fundamentalismo, terão que combater o seu maior inimigo que é quem usa a religião para criar um exército de foras da lei, um exército de mercenários e bandidos. “Uma vez estando em Roma faça como os romanos.” O “Islamismo”, nem sei se é a mesma coisa que “muçulmanismo”, pois não conheço quase nada disso, fora do seu território terá que se adaptar as leis e a liberdade do país em que vive. Para mim Maomé é uma confeitaria do bairro judaico de Porto Alegre que faz maravilhosos doces, fica ao lado de uma igreja católica, próxima a uma loja budista. Associo o nome a um profeta da antiguidade, um sábio. Lembro que na minha cidade haviam muitas lojas que chamávamos de lojas de turcos, vendiam vários produtos a preços baixos, em grande balcões e eles diziam: - Não Turco! Sírio-libanês. Então aqui as culturas se misturaram e vivem bem, até os dias de hoje, tomara que não mude isso. O que não impede que bandidos nascidos no Brasil acabem buscando estas guerrilhas pela simples vontade de lutar e de se sentirem poderosos. Os países terão que ser mais rígidos com quem vai para zonas de conflito, essas pessoas que optam por ir para uma célula terrorista podem voltar? Como avaliar a real intenção de suas idas e vindas e mais ainda como saber por qual tipo de “doutrinamento ideológico” passaram? O povo tem uma sabedoria e ela precisa florescer nessa hora, acho que é a esperança, é preciso continuar. Há, como em todas as religiões e etnias, os bons e os maus, os verdadeiros e os falsos seguidores. Já a questão da delinqüência, essa é um nó, que parece que não tem como desfazer, há recuperação para quem cai no crime, eles tem como voltar? Há caso bem sucedidos de recuperação de ex-presidiários, ou de ex-delinqüentes? Melhorou ou piorou o sistema quanto a esse assunto? Como o mundo está funcionando? 


Fernanda Blaya Figueiró  

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