Paixões na eleição: fora PT.
Algo moveu um pouco as pessoas e elas estão revelando suas paixões, os petistas chegam a estar furiosos como se seu Deus tivesse sido ofendido. Política não é religião, as pessoas podem e devem discutir, divergir, falar sobre. Não permita que desfaçam de suas ideias, de seu pensamento, em nome da doutrina dominante. O crescimento da possibilidade de mudar o rumo do Brasil levou as pessoas a se revoltarem, os petistas históricos que andavam um pouco afastados voltaram a todo o vapor, os antipetistas também. Houveram coisas boas e ruins nesse período, mas as paixões cegam. E é permitido a população querer mudar. Não quero mais médicos mal remunerados e que só servem para mandar dinheiro para Cuba, disfarçadamente; não quero mais uma política pública ineficiente em segurança pública, as pessoas estão com medo e o governo está perdendo a guerra pra a violencia urbana. Não quero mais escolas públicas caras e ineficazes, não quero um governo corrupto, que está enriquecendo seus integrantes e tornando o país empobrecido. Não quero um sistema carcerário medieval que anula a vida do preso e que está corrompido, a violência nos presídios conta com a participação dos funcionários que deveriam cuidar das entidades.O tráfico de drogas conta com a cumplicidade de políticos e autoridades. Nem um partido pode mudar tudo isso, mas aos poucos uma mudança nas políticas públicas pode ir sim melhorando o país. Fora PT! É minha opinião e esse é o tempo para dizer isso. Aos petista digo que respeito seu partido, mas não quero a continuação da atual realidade no Brasil, vocês são responsáveis por isso, vocês criaram o partido e deixaram chegar a isso, uma “deidade” que ninguém pode contestar. Mesmo se o partido se reeleger, o que pode acontecer, saibam que não será por unanimidade, não será sem críticas e com um profundo e cego: Amém. Pensem em todas as coisas que aconteceram nos últimos anos, crianças sendo mortas por policiais, ônibus sendo queimados com pessoas dentro, quantos assaltos, quantas casas violadas, quanto dinheiro roubado, quantos policiais mortos. Pense em como vamos mudar isso, e claro que não será só em uma mera eleição.
Fernanda Blaya Figueiró
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