Adaptando-se a nova conjuntura
sócio-política.
É preciso adaptar-se aos “protestos”,
pois parece que eles vieram para ficar, como são atos políticos a
ação do estado parece ineficiente, como se fosse um Mito. A
manifestação por ser política pode ser violenta? Para mim não há
nenhuma diferença entre os ônibus queimados e a morte de policiais
que aconteciam no ano passado, nas grandes cidades com estes ataques
que estão acontecendo agora. Ônibus queimado, barricadas com fogo,
obstruções de estradas já são rotina há muito tempo. Teria que
ter paciência para acessar os dados fornecidos pelas instituições
públicas e o que a imprensa publicou para ter uma noção real de
quando esse ciclo de ataques começou e quem é a mente por trás
disso. Para a população comum resta driblar essa nova forma de
ação, evitando horários de confusão, desviando os caminhos,
procurando se informar sobre onde, como e quando acontecem. Para as
empresas talvez seja a hora de mudar, o tempo de belas vitrines de
vidro pode ter acabado, é preciso proteger melhor os clientes e o
patrimônio. Usar alarme, cortinas de contensão com gás
lacrimejante, cerca elétrica, câmeras de monitoramento, chuva de
esprei de pimenta, sei lá o que vão inventar para evitar o saque
aos produtos. Caixas eletrônicos viraram chamariz, talvez os bancos
não os tenham mais, voltaremos a só sacar em dinheiro durante um
determinado horário... Quanto ao transporte público, onde não
estiver funcionando, talvez seja hora das empresas contratarem vans,
ou funcionários que morem perto de seus postos de trabalho, ou fazer
escalas com horários alternativos. O poder público parece está
engessado, imobilizado. Fica muito difícil saber qual a real
situação do Brasil com a falta de coerência de dados. Quem anda
pela rua não vê quebradeira e transtorno, para a grande maioria da
população a vida continua normalmente. Assusta mais a violência
ligada a assaltos, a drogas, a sequestros que é parte da realidade
das cidades e muitas vezes afasta o público dos jogos de futebol, dos
restaurantes, da vida noturna . As pessoas estão se fechando mais em
suas casas e descobrindo o quanto a programação do rádio, das
televisões e da internet está ruim. Sera que isso é bom para as
comunidades? Para ficar em casa você não precisa de boas roupas,
não precisa de maquiagem, de cabelo arrumado. Espaços públicos
violentos e inseguros desestimulam a população a andar pela rua.
Quanto menos a população comum frequentar um local público mais
violento ele se torna. Quanto a insatisfação dos nossos tempos? Que
insatisfação é essa? Como está o Brasil com relação ao resto do
mundo? Nossos problemas são só nossos ou são globais?
Só estou falando sobre isso porque não
tem mais nada para falar, pois é um assunto esgotado. Estou
escrevendo por escrever e talvez este seja uma nova conjuntura para a
escrita. Acho até que é uma coisa boa.
Fernanda Blaya Figueiró
Descobri um dado interessante eu sempre tenho seis acessos imediatos e todos nos Estados Unidos, fui corrigir uma palavra e lá estavam eles 'os seis acessos". Mudei o template e eles continuam!! Acho que é um robô quem me lê!!
Descobri um dado interessante eu sempre tenho seis acessos imediatos e todos nos Estados Unidos, fui corrigir uma palavra e lá estavam eles 'os seis acessos". Mudei o template e eles continuam!! Acho que é um robô quem me lê!!
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