Ufa, o
meteoro já passou!
“ A
economia mundial está precisando de uma boa sacudida” Fernanda
Blaya Figueiró
Esta
frase escrevi em vinte e dois de janeiro de dois mil e treze na
crônica: “ Fator X”... Gostaria que tivesse sido uma sacudida
simbólica, mas o Universo não recebe assim, brincadeirinha... O
meteoro que caiu na Rússia, causou estragos, feriu pessoas, mas por
sorte não ofereceu um risco maior. A pergunta que fica e que já
deve ter sido feita é se essa onda de tsunamis, tempestades, acordar
de vulcões e etc... tem ou não relação com a passagem do corpo
celeste. Ao cair deslocou energia, estilhaçou vidros, rompeu
paredes, não teria afetado o ciclo das marés e a energia do
Planeta? Os antigos Maias o aguardavam? Terão estes fragmentos
sinais de possibilidade de vida ou de terem trazido consigo novas
doenças? Quem reclamar que não tenho competência para fazer esta
pergunta está totalmente certo, é pura curiosidade. Já a economia
acredito que por vias tortas será também sacudida. O cuidado com o
Planeta se torna cada dia mais importante e a necessidade de
segurança nas Usinas Nucleares se torna cada dia mais urgente. O que
teria acontecido se o Meteoro tivesse atingido uma Usina Nuclear? Na
Rússia, na Coreia do Norte, no Brasil, na Alemanha, nos Estados
Unidos ou em qualquer canto do mundo? Não precisaria um governante
decidir, se acidentalmente, algo provocasse uma colisão. Por um breve espaço de tempo o arsenal bélico nuclear manteve a Paz
entre as nações. Mas talvez aos poucos tenha que ser abandonado e
aposentado. Quais são os benefícios e quais os riscos, para a
humanidade, do uso da energia nuclear? E o estudo dos fragmentos do meteoro?
Quantas possibilidades abre para o nosso autoconhecimento? O que o
Universo espera, ou planeja para nós? Nesta amplitude contextual a
crise não perde um pouco de importância? São
muitas indagações e uma certeza, no fim vai dar certo. Às vítimas
desejo uma boa recuperação e a comunidade que conte com a ajuda de
todos para reconstruir a cidade. Foi ruim, mas poderia ter sido muito
pior.
Fernanda
Blaya Figuei
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