Sobra do tempo
A planta sobe belamente
até a
Janela de pedras
A chuva fria encharca a
terra seca
Uma dádiva no fim do
verão a possibilidade de
Renovação
As plantas sorriem para
a tarde
Nada sobra no tempo de
ser
Vamos partir e nossos
Castelos
Vão ficar
Que sentido há nisso?
Nenhuma energia é
perdida
Fernanda Blaya Figueiró
1 de maio de 2012
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