Poema- Coisa estranha que é a Fé

Coisa estranha que é a Fé

Uma vez eu precisei...
E Vó Maria Conga me ajudou!
Mais pai Benedito, ou era Pai João?
Que sentado fumava seu cachimbo
Ao pé do cavalo de São Jorge

Sabe o que ela me disse

Oh, branquinha!
É justa a causa e do bem o pedido
Joga esta contenda no fogo e promete

Nunca que deixa
Ninguém fala mal de nenhum “pretinho”

Vó Maria nem precisava pedir, coisa
Tão profunda e bem pedida

Pensava eu que a pouca fé era do outro
Mas aconteceu de descobrir que no fundo
Era também minha...

O poder dessa reza forte que ninguém duvide
Mas tome tento no pedido
Tem que ser justo, muito justo...

Eis aqui meu humilde agradecimento a esta
Falange do Divino


Fernanda Blaya Figueiró
16 de maio de 2011

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