A Magia de redescobrir
Um velho amigo meu
ficou muito desapontado com um de
meus poemas
Disse-me ele que estou a falar sobre o
Ovo de Colombo
Oh! Velho amigo meu
Que mal há em
Andar pelas antigas trilhas que
Levam a lugar nenhum
Eu sou velha
muito velha
Por isso digo sempre
as mesmas coisas
Quando era eu uma menina
passou-se algo assim
Tinha diante de meus olhos o mundo e
uma profunda curiosidade
queria saber o que vem depois
como a história continua
Imaginava um belo e meigo amor
um castelo com água fresca e abundante
donde minha descendência floresceria
em meio a uma floresta encantadora
cheia de vida e beleza
Meu velho amigo deve
estar a dar pulos de raiva
Isso não passa de um conto de fadas!
Dirá ele com toda razão do mundo
Perdão, velho amigo!!!! Direi eu
Fernanda Blaya Figueiró
19 de fevereiro de 2011
Um velho amigo meu
ficou muito desapontado com um de
meus poemas
Disse-me ele que estou a falar sobre o
Ovo de Colombo
Oh! Velho amigo meu
Que mal há em
Andar pelas antigas trilhas que
Levam a lugar nenhum
Eu sou velha
muito velha
Por isso digo sempre
as mesmas coisas
Quando era eu uma menina
passou-se algo assim
Tinha diante de meus olhos o mundo e
uma profunda curiosidade
queria saber o que vem depois
como a história continua
Imaginava um belo e meigo amor
um castelo com água fresca e abundante
donde minha descendência floresceria
em meio a uma floresta encantadora
cheia de vida e beleza
Meu velho amigo deve
estar a dar pulos de raiva
Isso não passa de um conto de fadas!
Dirá ele com toda razão do mundo
Perdão, velho amigo!!!! Direi eu
Fernanda Blaya Figueiró
19 de fevereiro de 2011
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