Entre!
A porta está aberta
seja bem vindo
O caminho sempre está livre
para um bom pensamento
Todas as faces se iluminam
com um belo sorriso
Encontrei um homem velho
que lutava para se manter jovem
Entender a mágica renovação
da natureza facilita a vida
A Morte é um assunto dos
Vivos
Há na minha rua um casal de
pequenas aves de rapina
Ouço de muito longe seu estridente
canto e assisto seus rasantes vôos
Como são bravas as pequenas
presas que delas fogem
Estes combates entre o verde das árvores
o azul do céu e o dourado do sol
Guardam todos os segredos
da vida e da morte
O Homem deveria sorrir mais
a juventude acaba um dia
Envelhecer é um presente
para quem a ela sobrevive
Fernanda Blaya Figueiró
3 de fevereiro de 2011
A porta está aberta
seja bem vindo
O caminho sempre está livre
para um bom pensamento
Todas as faces se iluminam
com um belo sorriso
Encontrei um homem velho
que lutava para se manter jovem
Entender a mágica renovação
da natureza facilita a vida
A Morte é um assunto dos
Vivos
Há na minha rua um casal de
pequenas aves de rapina
Ouço de muito longe seu estridente
canto e assisto seus rasantes vôos
Como são bravas as pequenas
presas que delas fogem
Estes combates entre o verde das árvores
o azul do céu e o dourado do sol
Guardam todos os segredos
da vida e da morte
O Homem deveria sorrir mais
a juventude acaba um dia
Envelhecer é um presente
para quem a ela sobrevive
Fernanda Blaya Figueiró
3 de fevereiro de 2011
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