Salve!
Recebi de uma amiga, Maria Anita, que participou dos encontros Verão com Poesia, um belo cartão com uma aquarela. Nele estava gravada a seguinte frase, não identificada autoria, talvez seja um ditado popular: "Tudo o que é bom dura o tempo suficiente para ser inesquecível". Esta frase ficou comigo, passei a relembrar as inúmeras coisas pelas quais passei,cursos, empregos, grupos, instituições religiosas ou não. Pensei em todos as pessoas que conheci ao longo da vida e chego a uma conclusão, como diz a frase, não é o tempo que é importante é a impressão que fica do tempo que ficamos num lugar ou na companhia de alguém que o torna inesquecível. A aquarela, de autoria de Jeanine, retrata uma roda velha de carreta, em meio as flores, com um belo céu azul. Um dos dias mais felizes de minha vida tem uma paisagem muito similar a esta, porém meus dois filhos estão sentados no banco de uma velha carreta, desatrelada, com um filhotinho no colo: Gorducha da Água Doce, uma legítima ovelheira, que viveu conosco por poucos sete anos, ou talvez pelos inesquecíveis sete anos. Impossível de não lembrar do pequeno príncipe e de seu segredo, recebido da raposa : “O essencial é invisível aos olhos.” Como recebo um cartão tão belo e expressivo de uma amiga passageira, ou mensageira? Que sabe de mim esta velha carreta de bois? Salve as conspirações do Universo! Isso dá pano pra manga! Pano pra manga!
Fernanda Blaya Figueiró
21 de fevereiro de 2011
Recebi de uma amiga, Maria Anita, que participou dos encontros Verão com Poesia, um belo cartão com uma aquarela. Nele estava gravada a seguinte frase, não identificada autoria, talvez seja um ditado popular: "Tudo o que é bom dura o tempo suficiente para ser inesquecível". Esta frase ficou comigo, passei a relembrar as inúmeras coisas pelas quais passei,cursos, empregos, grupos, instituições religiosas ou não. Pensei em todos as pessoas que conheci ao longo da vida e chego a uma conclusão, como diz a frase, não é o tempo que é importante é a impressão que fica do tempo que ficamos num lugar ou na companhia de alguém que o torna inesquecível. A aquarela, de autoria de Jeanine, retrata uma roda velha de carreta, em meio as flores, com um belo céu azul. Um dos dias mais felizes de minha vida tem uma paisagem muito similar a esta, porém meus dois filhos estão sentados no banco de uma velha carreta, desatrelada, com um filhotinho no colo: Gorducha da Água Doce, uma legítima ovelheira, que viveu conosco por poucos sete anos, ou talvez pelos inesquecíveis sete anos. Impossível de não lembrar do pequeno príncipe e de seu segredo, recebido da raposa : “O essencial é invisível aos olhos.” Como recebo um cartão tão belo e expressivo de uma amiga passageira, ou mensageira? Que sabe de mim esta velha carreta de bois? Salve as conspirações do Universo! Isso dá pano pra manga! Pano pra manga!
Fernanda Blaya Figueiró
21 de fevereiro de 2011
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