Um novo poema!!
Auto retrato
Não há nada para ser visto em um poeta.
Estou delineada entre as imagens
Dos meus contos e poemas.
Acreditem em tudo o que disserem
São a mais pura verdade
Como era boazinha
Como era odiável.
Era bela, era horrenda, foi uma criança de olhos brilhantes
Uma jovem envolta em fantasias
Uma mulher comum, uma mulher incomum.
Vestiu personagens masculinas
Envelheceu aos poucos
Fez loucuras, era lúcida
Hipócrita, verdadeira
Arrogante de mais , humilde de mais
Demais em mais
Vivi tudo o que queria
Morri sempre que era preciso
Na vida as vezes fui sombra
Noutras raio de luz!
Em cada retrato eu era uma pessoa diferente
Mesmo sendo a mesma de sempre
Fernanda Blaya Figueiró
29 de julho de 2010
Auto retrato
Não há nada para ser visto em um poeta.
Estou delineada entre as imagens
Dos meus contos e poemas.
Acreditem em tudo o que disserem
São a mais pura verdade
Como era boazinha
Como era odiável.
Era bela, era horrenda, foi uma criança de olhos brilhantes
Uma jovem envolta em fantasias
Uma mulher comum, uma mulher incomum.
Vestiu personagens masculinas
Envelheceu aos poucos
Fez loucuras, era lúcida
Hipócrita, verdadeira
Arrogante de mais , humilde de mais
Demais em mais
Vivi tudo o que queria
Morri sempre que era preciso
Na vida as vezes fui sombra
Noutras raio de luz!
Em cada retrato eu era uma pessoa diferente
Mesmo sendo a mesma de sempre
Fernanda Blaya Figueiró
29 de julho de 2010
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